Tag: Memória
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Carlos Drummond de Andrade – Carta

Bem quisera escrevê-lacom palavras sabidas,as mesmas, triviais,embora estremecessema um toque de paixão.Perfurando os obscuroscanais de argila e sombra,ela iria contandoque vou bem, e amo sempree amo cada vez maisa essa minha maneiratorcida e reticente,e espero uma resposta,mas que não tarde; e peçoum objeto minúsculosó para dar prazera quem pode ofertá-lo;diria ela do tempoque faz do…
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Gerard Fanning – Ala St Charles

“Ala St Charles”, um poema de Gerard Fanning que mergulha na melancolia de um ambiente hospitalar, entrelaçando o cotidiano e o histórico em uma atmosfera onírica de fragilidade e transformação.
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Giórgos Seféris – Existe

Existe, pelos deuses cruéis predestinada,uma dor universal,e cada um de nós dela pega a sua parte,quanto aguente levar. Julgamos insensatosos que, carregando pressurosamente nos ombrosmais do que podiam carregar,aliviam assim a carga comum:os heróis, os mártires, os criminosos. Rogo-lhes que nos perdoem.Recordamos. Trad.: José Paulo Paes REPUBLICAÇÃO: poema originalmente publicado na página em 22/02/2016
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Ada Limón – Guarda compartilhada

“Guarda Compartilhada”, um poema de Ada Limón que explora a complexidade emocional de viver entre dois mundos distintos, revelando, através de uma perspectiva infantil, como a divisão familiar pode ser simultaneamente caótica e cheia de abundância de amor.
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Sam Illingworth – Quando desapareceram os manguezais

“Quando desapareceram os manguezais”, de Sam Illingworth: um lamento poético pela perda de um ecossistema ancestral, onde memórias de uma paisagem exuberante ressurgem apenas para revelar os traços de um mundo agora sufocado e em silêncio.
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Linda Gregg – A carta

“A Carta”, um poema de Linda Gregg que explora temas como introspecção, solidão, a busca por paz interior, e a relação da poeta com a poesia.
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Jack Gilbert – Dali até aqui

O poema percorre a distância entre um tempo vivido e o presente, observando o que mudou no caminho. Jack Gilbert reúne deslocamento, memória e perda numa passagem que não apaga a continuidade entre o antes e o agora.
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Linda Pastan – Uma velha canção

“Uma velha canção”, um poema de Linda Pastan sobre os demônios da infância que permanecem conosco, temperando nossas vidas com amargura e desafios persistentes.
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Linda Pastan – Metrô

“Metrô”, um poema de Linda Pastan que explora as profundezas das memórias e as conexões entre a infância e o presente.
