Tag: Memória
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Anna Kamieńska – Avós

“Avós”, um poema de Anna Kamieńska que, sob a superfície tranquila de uma imagem familiar, evoca os ecos intangíveis do tempo, onde vida e ausência se entrelaçam em silêncio.
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Anna Kamieńska – Um caminho na floresta

“Um Caminho na Floresta”, um poema de Anna Kamieńska sobre o vestígio invisível que a infância deixa na alma — um chamado antigo que atravessa o tempo, guiando em silêncio o retorno ao que nunca deixou de ser.
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Dan Pagis – Escrito a lápis no vagão lacrado

“Escrito a lápis no vagão lacrado”, um poema de Dan Pagis em que Eva deixa uma mensagem inacabada para Caim, entrelaçando o fratricídio bíblico com o horror do Holocausto.
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Luís Filipe Parrado – Depois do amor

“Depois do Amor”, um poema de Luís Filipe Parrado em que a memória do outro se entranha na pele como um aroma que nem a água consegue apagar.
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Jorge Luis Borges – Everness

Só uma coisa há. É o esquecimento.Deus, que salva o metal, salva a escóriaE cifra na sua profética memóriaas luas que serão e que hão sido. Já tudo está. Os mil reflexos,Que entre os dois crepúsculos do diaTeu rosto foi deixando nos espelhose os que irá deixando ainda. E tudo é uma parte do diversoCristal…
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Wendy Cope – Nomes

“Nomes”, um poema de Wendy Cope em que o tempo dissolve e refaz a identidade, enquanto os nomes dados e recebidos traçam a silenciosa cartografia de uma vida.
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Robert Wrigley – Ser um lago

“Ser um lago”, um poema de Robert Wrigley em que a contemplação de algo aparentemente simples revela um anseio profundo e inesperado, entre transparência, solidão e o desejo de permanência.
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Eavan Boland – Chegamos sempre tarde demais

“Chegamos sempre tarde demais”, um poema de Eavan Boland que explora a natureza fragmentada da memória e a dolorosa distância entre o que foi vivido e o que poderia ter sido, revelando a beleza e a melancolia das lembranças que nos escapam.
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Mary Ruefle – Meu amigo moribundo

“Meu Amigo Moribundo”, um poema de Mary Ruefle sobre a delicada fronteira entre início e fim, identidade e anonimato, revelando uma perspectiva melancólica e inesperada sobre o ciclo da vida.
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Ana Martins Marques – Finados

Leia “Finados”, de Ana Martins Marques, um poema comovente sobre luto, memória, infância e as formas pelas quais os mortos permanecem entre nós.