Tag: Memória
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Adam Zagajewski – Cidade submersa

“A cidade submersa”, de Adam Zagajewski: vidas calmas e humildes persistem enquanto buscamos obstinadamente algo inalcançável.
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Juana Bignozzi – [agora que estou velha]
![Juana Bignozzi – [agora que estou velha]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/04/1e657a3b-c88c-4d30-8dfe-7155599c945f.jpg)
agora que estou velhae és um senhor idosogostaria que recordasses apenasdas fotos das viagensdos vestidos leves e floridosque eu usava entre os opulentos jardinse entre as ruínasagora que antes de adormecersem que percebas te toco para ver se ainda respiras Trad.: Nelson Santander Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua para…
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Alfonso Brezmes – Notas marginais

“Notas Marginais”, um poema de Alfonso Brezmes que revela como o tempo transforma as marcas do passado e o sentido das memórias.
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Carlos Montemayor – Memória

*”Memória”*, um poema de Carlos Montemayor sobre a quietude das coisas simples, a contemplação do tempo e o profundo silêncio que habita as lembranças da infância…
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Kim Addonizio – O que os mortos temem

“O que os mortos temem”, um poema de Kim Addonizio sobre anseios silenciosos além da morte.
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José Infante – A ausência

“A Ausência” de José Infante retrata a persistência dos amantes ausentes em memórias dolorosas e a presença constante da solidão, mesmo na lembrança de momentos passados.
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Adam Zagajewski – O portão

“O portão”, um poema de Adam Zagajewski que investiga a relação entre memória, identidade e perda através do retorno imaginário a um espaço da infância.
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Joan Margarit – Inverno de 95

“Inverno de 95”, um poema de Joan Margarit sobre a complexa e silenciosa reconciliação entre passado e presente, capturando a melancolia de um encontro inevitável e as nuances da separação.
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Thomas Ligotti – Memento

Você pretendia cuidar de tudoe organizar seus assuntos.Mas o inesperado aconteceue não houve tempo. Mais tarde, os entes queridos vieram,se desfizeram de algumas coisase deixaram outras de lado:lembranças ou objetos de valor. Eles choraram por um velho penteque ainda tinha alguns cabelosenrolados entre os dentes.Mas também riram um pouco. Então alguém encontrou o que você…
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A. E. Housman – De “A Shropshire Lad”, Canto XL

Canto XL (de “Um Rapaz de Shropshire”) Em meu coração, sopra uma brisa assassina Oriunda de uma longínqua região: Aqueles pináculos, aquelas colinas Da memória, aquelas fazendas, o que são? Esta é a terra das perdidas substâncias Eu enxergo suas planícies a brilhar, As estradas felizes de minhas andanças Para as quais, entretanto, eu não posso voltar. Trad.:…