Tag: Luto
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Ferreira Gullar -Aprendizado

Do mesmo modo que te abriste à alegria abre-te agora ao sofrimentoque é fruto delae seu avesso ardente. Do mesmo modo que da alegria foste ao fundo e te perdeste nela e te achaste nessa perda deixa que a dor se exerça agorasem mentirasnem desculpas e em tua carne vaporize toda ilusão que a vida…
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Seamus Heaney – Recesso escolar

“Recesso Escolar”, um poema de Seamus Heaney que captura com delicadeza e intensidade o impacto de um evento devastador na vida de um jovem, explorando o luto familiar através de uma narrativa íntima e comovente.
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Lucille Clifton – [entardecer e meu falecido ex-marido]
![Lucille Clifton – [entardecer e meu falecido ex-marido]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/06/lucillecliftonbyrachelelizagriffithshires_1000xcopy.png)
“[entardecer e meu falecido ex-marido]”, um poema de Lucille Clifton sobre dúvidas que se entrelaçam em uma atmosfera carregada de mistério e emotividade.
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Lisel Mueller – Quando me perguntam

“Quando me perguntam”, um poema de Lisel Mueller sobre a indiferença da natureza diante da dor pessoal e a busca por consolo na linguagem após a perda de uma figura amada.
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Raymond Carver – Luto

Acordei cedo esta manhã e da minha camaolhei para longe através do Estreito e vium pequeno barco movendo-se na água agitada,com uma única luz acesa. Lembrei-me de um amigo que costumava gritar o nome de sua falecida esposa do alto das colinasao redor da Perugia. Que colocava um pratopara ela em sua mesa simples muito…
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Kim Addonizio – O que os mortos temem

“O que os mortos temem”, um poema de Kim Addonizio sobre anseios silenciosos além da morte.
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Abdellatif Laâbi – A Língua Materna

Faz vinte anos que vi minha mãe pela última vezEla se deixou morrer de fomeDizem que todas as manhãsela tirava o lenço da cabeça e batia sete vezes no chãoamaldiçoando o céu e o TiranoEu estava na cavernaonde o condenado lê nas sombrase pinta nas paredes o bestiário do futuroFaz vinte anos que vi minha…
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Partricia McKernon Runkle – Ao encontrar alguém em luto profundo

Descalce os sapatose coloque-os junto à porta. Adentre descalçonesta capela escura, esvaziada pela perda,santificada pela dor, com suas paredese piso de pedra cinzenta. Você, congregaçãode uma pessoa, está aqui para ouvir,não para cantar. Ajoelhe-se no último banco,fique em silêncio. Deixe as velasfalarem. Trad.: Nelson Santander Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e…
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Rosemerry Wahtola Trommer – Observando minha amiga fingir que seu coração não está partido

“Observando minha amiga fingir que seu coração não está partido”, um poema de Rosemerry Wahtola Trommer que compara a densidade da dor emocional ao peso de uma estrela de nêutrons, refletindo sobre o sofrimento invisível e a necessidade de tratar uns aos outros com profunda ternura.
