Tag: Luto
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Ferreira Gullar – Visita

“Visita”, um poema de Ferreira Gullar que retrata um pai visitando o túmulo do filho no dia de Finados, confrontando a impossibilidade de alcançá-lo novamente e encontrando no gesto simples de escrever “eu te amo filho” uma forma tardia e dolorosa de amor.
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Lawrence Raab – Depois que vimos o que havia para ver

“Depois que vimos o que havia para ver”, um poema de Lawrence Raab sobre a fragilidade da memória, os objetos como espectros do tempo e o silêncio do que permanece quando o amor e a presença já se foram.
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Heidi Priebe – Enquanto houver amor, haverá dor

“Enquanto houver amor, haverá dor”, um poema de Heidi Priebe em que a ausência se revela como a face secreta do afeto, e o luto se transforma em testemunho vivo de que o amor nunca cessa, apenas muda de forma.
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Stephen Dobyns – Luto

“Luto”, um poema de Stephen Dobyns em que a memória escorre como água pelo deserto, e a vida, ao perder o fio que a sustenta, se despedaça em silêncio e cinzas.
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Roo Borson – Depois de uma morte

“Depois de uma Morte”, um poema de Roo Borson que transforma o vazio em objeto de repouso, onde a ausência respira como presença e o amor, inútil e eterno, encontra morada no silêncio.
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Jacob Sam-La Rose – Do lado de lá

“Do Lado de Lá”, um poema de Jacob Sam-La Rose em que a ausência fala por silêncios, os mortos atendem em sonhos e a linha que nos separa deles é apenas o eco interminável do que nunca foi dito.
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Carol Ann Duffy – Aliança

“Aliança”, um pequeno poema de Carol Ann Duffy em que a ausência se enrosca no tempo, e um círculo de metal torna-se símbolo do que persiste entre o que foi e o que ainda não é.
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Chico Buarque – Pedaço de Mim

Oh, pedaço de mimOh, metade afastada de mimLeva o teu olharQue a saudade é o pior tormentoÉ pior do que o esquecimentoÉ pior do que se entrevar Oh, pedaço de mimOh, metade exilada de mimLeva os teus sinaisQue a saudade dói como um barcoQue aos poucos descreve um arcoE evita atracar no cais Oh, pedaço…
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Ana Martins Marques – Finados

Leia “Finados”, de Ana Martins Marques, um poema comovente sobre luto, memória, infância e as formas pelas quais os mortos permanecem entre nós.
