Tag: Amor
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Heidi Priebe – Enquanto houver amor, haverá dor

“Enquanto houver amor, haverá dor”, um poema de Heidi Priebe em que a ausência se revela como a face secreta do afeto, e o luto se transforma em testemunho vivo de que o amor nunca cessa, apenas muda de forma.
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Rocco Scotellaro – Agora que te perdi

“Agora que te perdi”, um poema de Rocco Scotellaro que transforma a ausência em vestígio, a memória em sede insaciável e o amor em pedra preciosa jamais encontrada no fundo das coisas.
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Carlos Nejar – Gazel do Universo Começando

“Gazel do Universo Começando”, um poema de Carlos Nejar que funde amor e cosmos em imagens circulares de vento, trigo e mar, sugerindo que o universo inteiro começa no encontro amoroso e no movimento compartilhado dos amantes.
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Sarah Clancy – Provavelmente

“Provavelmente”, um poema de Sarah Clancy sobre a insignificância humana diante do universo, e ainda assim, a eternidade que se condensa no instante simples de dois amantes partilhando um enigma em movimento.
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Rogelio Echavarría – A felicidade

“A Felicidade”, um poema de Rogelio Echavarría em que a vastidão do universo e a indiferença alheia contrastam com uma devoção singular e inabalável.
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Jack Gilbert – Envelhecer

Diante do envelhecimento, o eu do poema mede a solidão e a permanência do amor sem recorrer ao consolo fácil. A passagem do tempo transforma o corpo e a convivência, mas não elimina a intimidade construída pela memória.
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Roo Borson – Depois de uma morte

“Depois de uma Morte”, um poema de Roo Borson que transforma o vazio em objeto de repouso, onde a ausência respira como presença e o amor, inútil e eterno, encontra morada no silêncio.
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Silvio Rodriguez – Pequeña Serenata Diurna

(intérprete: Silvio Rodriguez) Vivo en un país librecual solamente puede ser libreen esta tierra, en este instanteyo soy feliz porque soy gigante.Amo a una mujer claraque amo y me amasin pedir nadao casi nada,que no es lo mismopero es igual Y si esto fuera poco,tengo mis cantosque poco a pocomuelo y rehagohabitando el tiempo,como le…
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Richard Scott – versão de amor

“versão de amor”, um poema de Richard Scott que sussurra, entre vigílias e vertigens, que amar é guardar um corpo adormecido contra o sopro insuspeito do fim — e perguntar, no silêncio entre dois sonhos, se ainda há alma no que resta.
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Kim Addonizio – A porta azul

“A Porta Azul”, um poema de Kim Addonizio em que o tempo se dobra no instante antes da perda, e o amor, já irremediável, ainda se oferece à boca como sal.