Categoria: Poema
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Jorge Luis Borges – Pátio

“Pátio”, um poema de Jorge Luis Borges que transforma o espaço doméstico em limiar metafísico onde o céu, Deus e a eternidade silenciosamente se encontram.
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Tom Clark – De mudança

“De Mudança”, um poema de Tom Clark sobre o peso invisível dos anos, a memória que se entranha nas paredes e o rastro de vida que persiste além de quem parte.
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Ivan Junqueira – O aeroplano

“O aeroplano”, um poema de Ivan Junqueira que transforma a lembrança da infância em voo breve, perdido para sempre no horizonte do tempo.
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Roo Borson – Depois de uma morte

“Depois de uma Morte”, um poema de Roo Borson que transforma o vazio em objeto de repouso, onde a ausência respira como presença e o amor, inútil e eterno, encontra morada no silêncio.
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Philip Larkin – Por que sonhei contigo a noite passada?

“Por que sonhei contigo a noite passada?”, um poema de Philip Larkin que revela como o passado, julgado esquecido, regressa no sonho para reacender a dor íntima da memória.
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Jim Harrison – Vassoura

“Vassoura”, um poema de Jim Harrison em que o corpo e a morte se reconhecem no mesmo gesto, e varrer torna-se um rito de esvaziamento — um lento desnudamento do mundo até restar apenas o ar onde o nome dança invisível.
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Philip Larkin – Ignorância

“Ignorância”, um poema de Philip Larkin que expõe a perplexidade humana diante da vida e da morte, revelando o desconcerto de existir sem jamais compreender plenamente por quê.
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Gregory Orr – [A dor virá até você]
![Gregory Orr – [A dor virá até você]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2025/07/chatgpt-image-24-de-jul.-de-2025-21_01_27.png)
“A Dor Virá até Você”, um poema de Gregory Orr sobre o peso inevitável do existir — um rio escuro que nos arrasta, onde nadar e cantar são apenas gestos frágeis contra o destino.
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José Paulo Paes – Auto-epitáfio nº 2

“Auto-epitáfio nº 2”, um poema de José Paulo Paes que transforma a escassez em destino e faz do nada um excesso definitivo.
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Jack Gilbert – Ilhas e figos

Entre ilhas, figos e imagens concretas do mundo, o poema procura uma forma de alegria que não ignore dificuldade e perda. Jack Gilbert aproxima paisagem e experiência para mostrar como a vida insiste em oferecer intensidade.