Mês: março 2026
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William Butler Yeats – Bizâncio

“Bizâncio”, um poema de William Butler Yeats que transfigura a matéria em ouro simbólico e faz da arte um limiar onde vida e morte se fundem numa eternidade ardente.
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Wendell Berry – 10 de outubro

“10 de Outubro”, um poema de Wendell Berry que captura, com delicadeza e silêncio, o instante em que o outono começa a apagar os vestígios do verão, revelando os sinais sutis de uma transição mais profunda.
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Emily Dickinson – Dizem que “O Tempo Consola”

“Dizem que ‘O Tempo Consola'”, um poema de Emily Dickinson que desvela a ilusão do esquecimento, onde o tempo, em vez de curar, apenas cristaliza a dor em sua forma mais pura e duradoura.
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Carlos Nejar – José Mora

“José Mora”, um poema de Carlos Nejar que narra a travessia pela matéria da morte até o instante luminoso em que o ser emerge, face a face, com a aurora.
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Konstantinos Kaváfis – Quanto possas

“Quanto Possas”, um poema de Konstantinos Kaváfis em que a alma busca preservar-se incólume no tumulto do mundo, como um santuário secreto resguardado da erosão das vozes e presenças alheias.
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Goethe – Canção Noturna do Andarilho

“Canção Noturna do Andarilho”, um poema de Goethe que sussurra a serenidade suprema onde o silêncio da natureza antecipa o descanso final e definitivo.
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Marie Howe – A promessa

“A Promessa”, um poema de Marie Howe sobre a linguagem interditada entre os mundos, o amor que persiste mesmo no silêncio, e os olhos que dizem o que a morte ainda não pode calar.
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Georg Trakl – De Profundis

“De Profundis”, um poema de Georg Trakl que mergulha na paisagem da ruína e do silêncio divino, onde a matéria apodrece enquanto lampejos de transcendência ainda cintilam na escuridão.
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David Ignatow – Resgatem os mortos

“Resgatem os Mortos”, um poema de David Ignatow em que amar é perder-se no invisível, viver é assinar o esquecimento e salvar os mortos talvez seja o único gesto livre que ainda nos resta.
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Jorge Luis Borges – Pátio

“Pátio”, um poema de Jorge Luis Borges que transforma o espaço doméstico em limiar metafísico onde o céu, Deus e a eternidade silenciosamente se encontram.