Mês: março 2026
-
Tom Clark – De mudança

“De Mudança”, um poema de Tom Clark sobre o peso invisível dos anos, a memória que se entranha nas paredes e o rastro de vida que persiste além de quem parte.
-
Ivan Junqueira – O aeroplano

“O aeroplano”, um poema de Ivan Junqueira que transforma a lembrança da infância em voo breve, perdido para sempre no horizonte do tempo.
-
Roo Borson – Depois de uma morte

“Depois de uma Morte”, um poema de Roo Borson que transforma o vazio em objeto de repouso, onde a ausência respira como presença e o amor, inútil e eterno, encontra morada no silêncio.
-
Philip Larkin – Por que sonhei contigo a noite passada?

“Por que sonhei contigo a noite passada?”, um poema de Philip Larkin que revela como o passado, julgado esquecido, regressa no sonho para reacender a dor íntima da memória.
-
Jim Harrison – Vassoura

“Vassoura”, um poema de Jim Harrison em que o corpo e a morte se reconhecem no mesmo gesto, e varrer torna-se um rito de esvaziamento — um lento desnudamento do mundo até restar apenas o ar onde o nome dança invisível.
-
Philip Larkin – Ignorância

“Ignorância”, um poema de Philip Larkin que expõe a perplexidade humana diante da vida e da morte, revelando o desconcerto de existir sem jamais compreender plenamente por quê.
-
Gregory Orr – [A dor virá até você]
![Gregory Orr – [A dor virá até você]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2025/07/chatgpt-image-24-de-jul.-de-2025-21_01_27.png)
“A Dor Virá até Você”, um poema de Gregory Orr sobre o peso inevitável do existir — um rio escuro que nos arrasta, onde nadar e cantar são apenas gestos frágeis contra o destino.
-
José Paulo Paes – Auto-epitáfio nº 2

“Auto-epitáfio nº 2”, um poema de José Paulo Paes que transforma a escassez em destino e faz do nada um excesso definitivo.
-
Jack Gilbert – Ilhas e figos

Entre ilhas, figos e imagens concretas do mundo, o poema procura uma forma de alegria que não ignore dificuldade e perda. Jack Gilbert aproxima paisagem e experiência para mostrar como a vida insiste em oferecer intensidade.
-
Miguel Torga – Agenda

Folheio a vidaNum calendário velho.Dias riscados, como contas pagas.Domingos de repouso,Segundas de trabalhoSábados de cansaço,Sem nenhum sentido.No abismo do nada,O nada, apenas.Quem sofreu nestas páginas vazias,Tão frias,Tão serenas? REPUBLICAÇÃO: poema originalmente publicado na página em 04/04/2016