Tag: vanitas
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Carlos Drummond de Andrade – A Máquina do Mundo

E como eu palmilhasse vagamenteuma estrada de Minas, pedregosa,e no fecho da tarde um sino rouco se misturasse ao som de meus sapatosque era pausado e seco; e aves pairassemno céu de chumbo, e suas formas pretas lentamente se fossem diluindona escuridão maior, vinda dos montese de meu próprio ser desenganado, a máquina do mundo…
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Alex Dimitrov – Solstício de inverno

“Solstício de Inverno”, de Alex Dimitrov, uma meditação sombria e ao mesmo tempo melancólica sobre a experiência da solidão, do amor e da efemeridade da vida.
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Seamus Heaney – Posfácio

“Posfácio”, um poema de Seamus Heaney sobre a busca pela conexão com a natureza e os momentos fugazes que revelam a beleza do desconhecido, enquanto um simples passeio se transforma em uma experiência transformadora.
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Ezra Pound – Canto LXXXI (fragmentos)

O que amas de verdade permanece,o resto é escória.O que amas de verdade não te será arrancadoO que amas de verdade é tua herança verdadeiraMundo de quem, meu ou delesOu não é de ninguém?Veio o visível primeiro, depois o palpávelElísio, ainda que fosse nas câmaras do inferno,O que amas de verdade é tua herança verdadeiraO…
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Anne Alexander Bingham – É suficiente

“É suficiente”, um poema de Anne Alexandre Bingham sobre uma espécie de eternidade e a conexão profunda entre o eu e o universo.
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Linda Pastan – Narciso aos 60

“Narciso aos 60”, um poema de Linda Pastan que explora a ironia da vaidade ao refletir sobre a transformação do próprio eu com o passar dos anos.
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Linda Pastan – Metrô

“Metrô”, um poema de Linda Pastan que explora as profundezas das memórias e as conexões entre a infância e o presente.
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Li-Young Lee – Cuidado

“Cuidado”, um poema de Li-Young Lee sobre a intimidade dos pequenos gestos cotidianos e a inevitabilidade da passagem do tempo, revelando a beleza e a fragilidade da vida.
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James Wright – Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960

“Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960”, um poema de James Wright em que o eu lírico, atravessando paisagens desoladas e congeladas, reflete sobre perda, solidão e as cicatrizes de um país marcado por memórias enterradas e vazios irreparáveis.
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Alberto Bresciani – Bisões

Leia “Bisões”, de Alberto Bresciani, um poema sobre pertencimento, deslocamento e a busca humana por direção e sentido.