Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Seamus Heaney – Limbo

“Limbo”, um poema de Seamus Heaney que retrata o infanticídio sob uma ótica brutal e simbólica, explorando culpa, religião e exclusão espiritual ao imaginar o destino da alma de um bebê não batizado lançado às águas.
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Franz Wright – Um só coração

“Um só amor”, um poema de Franz Wright que combina confissão e oração para expressar a fragilidade humana diante de um mundo caótico, encontrando, em breves instantes de lucidez e beleza, uma experiência de graça que transforma o sofrimento em súplica e gratidão.
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Seamus Heaney – Cavando

“Cavando”, um poema de Seamus Heaney que contrapõe o trabalho manual de seu pai e avô à sua própria vocação literária, transformando a escrita em continuidade simbólica da tradição familiar e afirmando a poesia como forma de “cavar” na memória e na identidade.
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Adam Zagajewski – Tadeusz Kantor

“Tadeusz Kantor”, um poema de Adam Zagajewski que revisita a figura do encenador polonês Tadeusz Kantor para refletir sobre o tempo, a morte e a memória, mostrando como a arte revela a degradação inevitável da vida e transforma a existência em uma sucessão de despedidas.
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Dennis O’Driscoll – alguém

“alguém”, um poema de Denis O’Driscoll, em que o poeta enumera gestos cotidianos de pessoas comuns que, sem que elas saibam, são os últimos momentos de suas vidas, revelando a fragilidade da existência e a proximidade invisível da morte.
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Freya Bantiff – Deus, a Baleia

“Deus, a Baleia”, um poema de Freya Bantiff que imagina Deus como uma baleia insondável e vulnerável, unindo espiritualidade e crise ambiental para refletir sobre fé, destruição ecológica e a surdez divina em um mundo marcado por poluição, guerra e solidão humana.
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Zoe Higgins – Ode

“Ode”, um poema de Zoe Higgins que celebra o inacabado e transforma a falha diária em gesto de aceitação serena da vida como ela é.
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Roger Hecht – Soneto

“Soneto”, um poema de Roger Hecht que contrapõe o terror religioso à inocente inscrição das iniciais na árvore, sugerindo que a permanência humana resiste não no dogma, mas no gesto frágil de marcar o mundo.
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Denise Levertov – O Segredo

“O Segredo”, um poema de Denise Levertov que reflete sobre a natureza fugaz das revelações essenciais da vida, celebrando a capacidade de descobrir e redescobrir sentidos profundos mesmo quando eles se perdem na memória.
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Nick Flynn – Quinhentos anos

“Quinhentos Anos”, um poema de Nick Flynn que escuta o que permanece quando tudo já passou, onde o tempo comprime a presença até restar apenas uma forma silenciosa — não de quem fomos, mas do modo como deixamos de estar.