Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Nick Flynn – Quinhentos anos

“Quinhentos Anos”, um poema de Nick Flynn que escuta o que permanece quando tudo já passou, onde o tempo comprime a presença até restar apenas uma forma silenciosa — não de quem fomos, mas do modo como deixamos de estar.
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Billy Collins – A arte de se afogar

“A arte de se afogar”, um poema de Billy Collins em que a morte dispensa revelações, o tempo falha em se organizar como narrativa e, no lugar de um sentido final, o mundo segue em frente, indiferente, exato, passando por nós como um peixe prateado na água.
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Walter de la Mare – Os que Ouviam

‘Tem alguém em casa?’ indagou o Viajante Defronte à porta enluarada; Seu cavalo no silêncio ruminava o capim Da forragem fértil e enfolhada: E uma ave voou para muito além da torre, Acima de sua cabeça: E de novo a porta ele outra vez castigou; ‘Tem alguém em casa?’ ele disse. Mas ninguém desceu para…
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Sara Teasdale – Sabedoria

“Sabedoria”, um poema de Sara Teasdale em que cada portão aberto guarda uma renúncia não pronunciada.
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Fleur Adcock – Poema interrompido por uma morte

“Poema Interrompido por uma Morte”, um poema de Fleur Adcock que costura o amor e a perda com fios de lucidez, desfazendo o lirismo para revelar o que permanece quando tudo é lavado, apagado e posto em silêncio.
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Patrick Galvin – Plaisir d’Amour

“Plaisir d’Amour”, um poema de Patrick Galvin sobre o desejo como última forma de resistência ao tempo.
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Jack Gilbert – Primavera

A primavera surge como experiência de liberdade e distância, enquanto o amor convive com a escolha de estar só. Jack Gilbert observa a estação sem idealizá-la, deixando que desejo, mudança e solidão ocupem o mesmo espaço.
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Seamus Heaney — A Península

“A Península”, um poema de Seamus Heaney que transforma a jornada pelo vazio em método de revelação, ensinando que o silêncio pode ser mais eloquente que as palavras quando se aprende a ver as coisas fundadas limpas em suas próprias formas.
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Czesław Miłosz – Confissão

“Confissão”, um poema de Czesław Miłosz em que a grandeza é vista — mas não habitada.
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José Olivarez – Inverno em Cal City

“Inverno em Cal City”, um poema de José Olivarez sobre a sabedoria discreta de quem aprende a não confundir permanência com amor.