Mês: junho 2018
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Manuel António Pina – Neste Preciso Momento, Neste Preciso Lugar

Neste Preciso Momento, Neste Preciso Lugar, um poema de Manuel António Pina
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Nelson Santander – Dois capítulos perdidos de Memórias Póstumas de Brás Cubas

Dois capítulos perdidos de Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis), por Nelson Santander
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Alfredo Buxán – A eternidade das Cinzas

Leia “A eternidade das cinzas”, de Alfredo Buxán, um poema contemplativo sobre mortalidade, silêncio e a fragilidade da existência humana.
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Jorge Luis Borges – Labirinto

Não haverá nunca uma porta. Já estás dentro. E o alcácer abarca o universo E não tem anverso nem reverso Não tem extremo muro nem secreto centro. Não esperes que o rigor do teu caminho Que fatalmente se bifurca em outro, Que fatalmente se bifurca em outro, Terá fim. É de ferro teu destino Como…
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Nuno Júdice – Réquiem por Muitos Maios

Réquiem por Muitos Maios, um poema de Nuno Júdice Conheci tipos que viveram muito. Estão mortos, quase todos: de suicídio, de cansaço. de álcool, da obrigação de viver que os consumia […]
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Joan Margarit – Não estava longe, não era difícil

Chegou este tempo em que já não machuca a vida que se perde, em que a luxúria é tão só uma lâmpada inútil, e a inveja se olvida. É um tempo de perdas prudentes, necessárias, e não é um tempo de chegar mas de partir. O amor, agora, por fim coincide com a inteligência. Não…



