Tag: Silêncio
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Jules Laforgue – O silêncio azul

“O silêncio azul”, um poema de Jules Laforgue sobre a efemeridade da existência humana diante da imensidão do universo, onde a vida e suas criações se perdem no vasto silêncio do tempo e do espaço.
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Partricia McKernon Runkle – Ao encontrar alguém em luto profundo

Descalce os sapatose coloque-os junto à porta. Adentre descalçonesta capela escura, esvaziada pela perda,santificada pela dor, com suas paredese piso de pedra cinzenta. Você, congregaçãode uma pessoa, está aqui para ouvir,não para cantar. Ajoelhe-se no último banco,fique em silêncio. Deixe as velasfalarem. Trad.: Nelson Santander Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e…
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Manuel António Pina – Eugénio de Andrade no seu leito de morte

“Eugénio de Andrade no seu leito de morte”, um poema de Manuel António Pina
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Antonio Colinas – Envio

“Envio”, um poema de Antonio Colinas sobre o delicado ato de reviver memórias e o efêmero brilho das experiências passadas.
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Ferreira Gullar – Fim

“Fim”, um poema de Ferreira Gullar sobre os últimos momentos silenciosos de uma vida que se encerra inesperadamente.
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Philip Levine – Nosso vale

Não vemos o oceano, nunca, mas em julho e agosto,quando o pior do calor parece emanar da dura argiladeste vale, pode-se estar caminhando por um pomar de figueirasquando de repente o tempo esfria, e, por um momento,é possível sentir o aroma de sal, e nesse momento, quase se podecrer que algo está esperando além da…
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Charles Wright – Depois de ler Tu Fu, saio para o Mini Pomar

A leste e a oeste de mim, pleno verão.Quão mais intenso é o crepúsculo em nosso próprio quintal.Aves voam de um lado para o outro pelo gramado à procura de larEnquanto a noite se aproxima como um pequeno bote.Dia após dia, sou de menos valia para mim mesmo.Como este tordo, voo de uma coisa para…
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Maria do Rosário Pedreira – À avó

Ficou vazio o teu lugar à mesa. Alguém veio dizer-nosque não regressarias, que ninguém regressa de tão longe.E, desde então, as nossas feridas têm a espessurado teu silêncio, as visitas são desejadas apenasa outras mesas. Sob a tua cadeira, o tapetecontinua engelhado, como à tua ida.Provavelmente ficará assim para sempre. No outro Natal, quando a…
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Ada Limón – A máquina do silêncio

Estou aprendendo tantas maneiras diferentes de ficar quieta. Há o jeito como fico no gramado, esse é um deles. Há também o jeito como fico no campo do outro lado da rua, esse é outro, porque estou mais longe das pessoas e, portanto, é mais provável que eu fique sozinha. Há o jeito como não…
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Faith Shearin – O que eu gosto

Não da festa em si — um turbilhão de momentos desconfortáveis e risosque, na verdade, querem dizer outra coisa. Não do momento logo após o fimda festa, quando nos jogamos no sofá, pratos espalhados por toda parte,bitucas de cigarro flutuando no refrigerante, um único pedaço intocado de torta sobre a mesa de centro. O que…