Tag: Ausência
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Carlos Drummond de Andrade – A um Ausente

Tenho razão de sentir saudade,tenho razão de te acusar.Houve um pacto implícito que rompestee sem te despedires foste embora.Detonaste o pacto.Detonaste a vida geral, a comum aquiescênciade viver e explorar os rumos de obscuridadesem prazo sem consulta sem provocaçãoaté o limite das folhas caídas na hora de cair. Antecipaste a hora.Teu ponteiro enlouqueceu, enlouquecendo nossas…
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Miguel Arteche – Eu sei que nesta lâmpada apareces

“Eu sei que nesta lâmpada apareces”, um poema de Miguel Arteche que evoca a persistência do ausente nas frestas da matéria — um murmúrio entre a cinza e a tinta, onde o tempo se curva e o morto continua a escrever-se na solidão das coisas.
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Carol Ann Duffy – Aliança

“Aliança”, um pequeno poema de Carol Ann Duffy em que a ausência se enrosca no tempo, e um círculo de metal torna-se símbolo do que persiste entre o que foi e o que ainda não é.
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Billy Collins – Casa vazia

“Casa Vazia”, um poema de Billy Collins em que o tempo suspende a perda e deixa, por um instante, que o olhar das coisas resista ao desaparecimento.
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Sean Thomas Dougherty – O Segundo O do Sofrimento

“O Segundo O do Sofrimento”, um poema de Sean Thomas Dougherty sobre memória, perda e a persistência de seguir em frente, enquanto ecos do passado ressoam na paisagem e na alma.
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Ron Koertge – Espaço vazio

“Espaço Vazio”, um poema em prosa de Ron Koertge que explora a íntima conexão entre pai e filho através de um ritual cotidiano, revelando, em sua simplicidade, a profundidade da perda e a saudade que fica nas entrelinhas.
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Jack Gilbert – Dali até aqui

O poema percorre a distância entre um tempo vivido e o presente, observando o que mudou no caminho. Jack Gilbert reúne deslocamento, memória e perda numa passagem que não apaga a continuidade entre o antes e o agora.
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Linda Pastan – Memória de um pássaro

“Memória de um pássaro”, um poema de Linda Pastan, e um estudo sobre o famoso desenho de Paul Klee.
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Alfonso Brezmes – Notas marginais

“Notas Marginais”, um poema de Alfonso Brezmes que revela como o tempo transforma as marcas do passado e o sentido das memórias.
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Kim Addonizio – O que os mortos temem

“O que os mortos temem”, um poema de Kim Addonizio sobre anseios silenciosos além da morte.