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William Stafford – Uma cópia de arquivo

“Uma cópia de arquivo”, um poema de William Stafford sobre o instante em que nossa essência é capturada sem filtros, revelando traços profundos e indeléveis da identidade e das influências que nos moldam.
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José Infante – Corpo estranho

“Corpo Estranho”, de José Infante: o texto explora a experiência do envelhecimento, expressando estranheza em relação às mudanças físicas e à desconexão com o eu interior.
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Nicanor Parra – Último brinde

“Último Brinde”, um poema de Nicanor Parra que reflete sobre as opções limitadas da vida, explorando a transitoriedade do tempo e a inevitabilidade da morte, convida o leitor a um brinde melancólico ao que nunca chega.
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Adam Zagajewski – Cidade submersa

“A cidade submersa”, de Adam Zagajewski: vidas calmas e humildes persistem enquanto buscamos obstinadamente algo inalcançável.
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Lisel Mueller – Quando me perguntam

“Quando me perguntam”, um poema de Lisel Mueller sobre a indiferença da natureza diante da dor pessoal e a busca por consolo na linguagem após a perda de uma figura amada.
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Adam Zagajewski – Improviso

Em “Improviso”, Adam Zagajewski nos convida a refletir sobre a complexa beleza da existência humana, com suas nuances de alegria e tristeza, esperança e desilusão. Através de imagens vívidas e linguagem acessível, o poeta nos guia por uma jornada que celebra a arte, a memória e a busca incessante por significado em meio à impermanência…
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Lawrence Ferlinghetti – Allen Ginsberg morrendo

“Allen Ginsberg Morrendo”, um poema de Lawrence Ferlinghetti em que a iminência da morte de um grande poeta se entrelaça com a ressonância de sua voz e legado, revelando uma íntima conexão entre a vida, a arte e o inevitável fim.
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Sharon Olds – Sexo sem amor

Como conseguem fazer isso, os que fazem amorsem amor? Belos como bailarinos,deslizando um sobre o outro como patinadoresno gelo, dedos enganchadosnos corpos um do outro, rostosvermelhos como carne, vinho, molhados como ascrianças recém-nascidas que serão entregues pelasmães. Como eles conseguem chegar achegar a chegar a Deus chegar àságuas calmas e não amaraquele que chegou até…
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Billy Collins – Esquecimento

*”Esquecimento”*, um poema de Billy Collins sobre o deslizar sutil das lembranças para longe, onde o que antes era familiar se transforma em uma névoa distante e inexplicável.
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Mary Oliver – Hospital Universitário de Boston

As árvores no gramado do hospitalsão frondosas e exuberantes. Elas tambémrecebem os melhores cuidados,como você e os muitos anônimos,nos quartos limpos acima desta cidade,onde dia e noite os médicos continuamchegando, onde máquinas intrincadasregistram com fria devoçãoo sussurro do sangue,o lento remendar dos ossos,o desespero da mente. Quando venho visitá-lo e saímosà luz de um dia…