Categoria: Poesia em Língua Espanhola
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José Infante – Corpo estranho

“Corpo Estranho”, de José Infante: o texto explora a experiência do envelhecimento, expressando estranheza em relação às mudanças físicas e à desconexão com o eu interior.
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Nicanor Parra – Último brinde

“Último Brinde”, um poema de Nicanor Parra que reflete sobre as opções limitadas da vida, explorando a transitoriedade do tempo e a inevitabilidade da morte, convida o leitor a um brinde melancólico ao que nunca chega.
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Roberto Juarroz – Assim como não podemos

Assim como não podemossustentar por muito tempo um olhar,tampouco podemos sustentar por muito tempo a alegria,a espiral do amor,o gratuidade do pensamento,a terra em suspensão no cântico. Não podemos sequer sustentar por muito tempoas proporções do silêncioquando algo o visita.E menos aindaquando nada o visita. O homem não pode sustentar por muito tempo o homem,nem…
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Joan Margarit – No museu

Agacha-se junto ao menino e aponta para o quadro.Com um gesto solene, comprime o punhoe tenta explicar a força queacredita ver na pintura.Esta velha obsessão de transmitiraos pequenos nossos pobres recursos.Atento, o menino observa com temor.Talvez pressinta a solidão que se ocultanos gestos, na retórica da arte.Temos sempre a verdade diante de nós,mas, assim como…
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José Emílio Pacheco – Crianças e adultos

“Crianças e Adultos”, um poema de José Emílio Pacheco que explora a fragilidade da vida adulta e a eterna luta entre a inocência perdida e os medos que permanecem ocultos sob a superfície da maturidade.
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Juana Bignozzi – [agora que estou velha]
![Juana Bignozzi – [agora que estou velha]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/04/1e657a3b-c88c-4d30-8dfe-7155599c945f.jpg)
agora que estou velhae és um senhor idosogostaria que recordasses apenasdas fotos das viagensdos vestidos leves e floridosque eu usava entre os opulentos jardinse entre as ruínasagora que antes de adormecersem que percebas te toco para ver se ainda respiras Trad.: Nelson Santander Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua para…
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Juan Vicente Piqueras – Ristorante dal 1882–

“Ristorante dal 1882-“, um poema de Juan Vicente Piqueras que evoca a nostalgia de encontros passados, entrelaçando risos e memórias, enquanto reflete sobre a fragilidade do tempo e a inevitabilidade de despedidas.
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Alfonso Brezmes – Notas marginais

“Notas Marginais”, um poema de Alfonso Brezmes que revela como o tempo transforma as marcas do passado e o sentido das memórias.
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Carlos Montemayor – Memória

*”Memória”*, um poema de Carlos Montemayor sobre a quietude das coisas simples, a contemplação do tempo e o profundo silêncio que habita as lembranças da infância…
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Jorge Valdés Díaz-Vélez – S.T.T.R. Sit Tibi Terra Levis

“S.T.T.L. Sit Tibi Terra Levis”, um poema de Jorge Valdés Díaz-Vélez que reflete sobre a memória e a ausência, evocando, com delicadeza, a figura de um ente querido que, embora ausente, permanece presente nos ecos da vida e nas lembranças do narrador, em um diálogo íntimo com a morte e o tempo.