Categoria: Poema
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Dorianne Laux – A Fada dos Dentes

“A Fada dos Dentes”, um poema de Dorianne Laux sobre a magia fugaz da infância e a realidade dolorosa da vida adulta.
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Mary Oliver – O dia de verão

Quem criou o mundo?Quem fez o cisne e o urso-negro?Quem fez o gafanhoto?Digo, aquele gafanhoto –aquele que saltou da grama,aquele que agora come açúcar na minha mão,aquele que move as mandíbulas para frente e para trás, não de cima para baixo –aquele que olha ao redor com seus olhos enormes e complexos.Agora ele ergue os…
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Clint Smith – Para os dias mais difíceis

“For The Hardest Days” um poema de Clint Smith que não apenas celebra a beleza e a constância da natureza, mas também oferece uma reflexão profunda sobre como podemos encontrar consolo e renovação espiritual ao reconhecer nossa conexão com ela.
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Raúl Ferruz – Com os olhos bem abertos

Quando meu avô sorria depois de cada gole de água,isso significava. Não sabes o que é beber o próprio mijo.Quando desenhava uma parábola no ar que só ele via,isso significava. Fogo cruzado.Quando tapava o rosto para que não o víssemos chorar,isso significava. Os alemães nos infligiram horrores.Quando fechava a porta do banheiro para que não…
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W. H. Auden – À memória de W. B. Yeats

“À memória de W. B. Yeats”, um poema de W. H. Auden que, mais do que uma homenagem a Yeats, explora a influência duradoura da poesia na humanidade e a relação complexa entre a arte e a mortalidade.
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Anne Sexton – A noite estrelada

A noite estrelada Isso não me impede de ter uma terrível necessidade de — devo dizer a palavra — religião. Então, saio à noite para pintar as estrelas. – Vincent Van Gogh, em uma carta ao seu irmão A cidade não existe,exceto onde uma árvore de cabelos negros deslizacomo uma mulher afogada no ar abrasador.A…
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Franz Wright – Caminhada Noturna

“Caminhada Noturna”, um poema de Franz Wright sobre a busca solitária e desesperançada por conexão e renovação na imensidão silenciosa da noite.
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James Elroy Flecker – A um poeta daqui a mil anos

Eu, que há mil anos concluí meu percurso,E escrevi esta doce e arcaica canção,Por arautos te envio este discursoPor estradas que meus pés não trilharão. Não me importa se os mares tu transpões,Ou se galgas em segurança um céu mau,Se eriges exímias fortificaçõesFeitas de alvenaria ou de metal. Mas ainda tens canções e o hidromel,E…
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Lucille Clifton – [entardecer e meu falecido ex-marido]
![Lucille Clifton – [entardecer e meu falecido ex-marido]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/06/lucillecliftonbyrachelelizagriffithshires_1000xcopy.png)
“[entardecer e meu falecido ex-marido]”, um poema de Lucille Clifton sobre dúvidas que se entrelaçam em uma atmosfera carregada de mistério e emotividade.
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Augusto de Campos – Viv (1992)
Viv (1992), “viver é defender uma forma” (hoelderlin via Webern) REPUBLICAÇÃO: poema concreto originalmente publicado na página em 15/05/2020