Nelson Santander – Singularidade

Logo no início do blog, publiquei alguns poemas de minha autoria, não tanto pelo valor intrínseco que cada um deles dificilmente possa ter, mas para deixa-los "arquivados" nesse grande arquivo virtual que é a internet. Dentre eles, o poema que segue é aquele que considero o menos ruim de todos os que cometi. Como minhas … Continue lendo Nelson Santander – Singularidade

Pós-Tudo (Augusto de Campos) e Postudo (Nelson Santander)

Pós-Tudo, poema visual de Augusto de Campos e Postudo, de Nelson Santander, sua paródia atualizada para a pós-pós-modernidade