Mês: setembro 2026
-
Wendell Berry – Três Poemas Elegíacos

Leia “Três poemas elegíacos”, de Wendell Berry: uma elegia sobre morte, memória, terra e a dignidade da despedida em harmonia com a natureza.
-
Federico García Lorca – E Depois…

“E Depois…”, um poema de Federico García Lorca, reduz a experiência humana a um processo de desaparecimento: tempo, desejo, aurora e amor se dissolvem até restar apenas o deserto. Com extrema concisão e força simbólica, Lorca constrói uma meditação sombria sobre a transitoriedade, o esvaziamento das ilusões e aquilo que permanece quando todas as promessas…
-
Bianca Stone – Marco Aurélio

Leia “Marco Aurélio”, de Bianca Stone, um poema contemporâneo sobre estoicismo, autoconhecimento, impermanência e o desejo de recomeçar a vida.
-
Emmanuel Santiago – Lembro-me das Madrugadas

“Lembro-me das Madrugadas”, um poema de Emmanuel Santiago, transforma as noites frias de Minas em paisagem interior, onde montanhas, neblina e estrelas se confundem com infância e memória. Entre a melancolia do passado e a consciência futura da morte, o poema recupera um tempo em que o horizonte ainda guardava promessas e o mundo parecia…
-
Maria Popova – Mas tivemos música

Leia “Mas tivemos música”, de Maria Popova, um poema luminoso sobre finitude, cosmos, beleza e a capacidade humana de se maravilhar diante do universo.
-
Guilherme de Almeida – Soneto XXVII

“Soneto XXVII”, um poema de Guilherme de Almeida, retrata o encontro silencioso entre dois antigos amantes que fingem desconhecer o passado compartilhado. Sob a aparente indiferença, porém, um simples cruzar de olhares restitui aquilo que o tempo não conseguiu apagar: a lembrança melancólica de um amor irrecuperável.
-
Tom Snarsky – Anseio

“Anseio”, um poema de Tom Snarsky que condensa em poucos versos uma reflexão mordaz sobre sedução, expectativa e fracasso afetivo.
-
Petrarca – Soneto CCLXXII

Leia o “Soneto CCLXXII”, de Petrarca, um poema sobre o tempo, a memória e a perda, em que o amor resiste apenas como lembrança.
-
Jason Shinder – Meia Idade

“Meia Idade”, um poema de Jason Shinder que examina a maturidade como um território marcado pela perda, pela memória e pela persistência do desejo.
-
Wendell Berry (1934–2026): a fidelidade à terra

Há um verso de “O desejo de ser generoso” que hoje parece ter mudado de temperatura. Depois de enumerar tudo aquilo que ama e que sabe condenado a desaparecer — a carne, o jardim, o campo, os lírios, a floresta, a própria terra —, Wendell Berry imagina sua vida como “uma paciente descida voluntária em…