Mês: maio 2026
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Omar Khayyam – Do Rubaiyat (XVII)

“Rubaiyat (XVII)”, um poema estoico de Omar Khayyam que valoriza o presente ao comparar o fluxo dos dias ao rio e ao vento, sugerindo a indiferença em relação ao passado e ao futuro diante da fugacidade do tempo.
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Zbigniew Herbert – O que nossos mortos fazem

“O que nossos mortos fazem”, um poema de Zbigniew Herbert sobre a delicada persistência dos que partiram — que, mesmo em silêncio, continuam a nos guiar com sinais furtivos, pequenos avisos e gestos de cuidado que atravessam o sonho e a memória.
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Omar Khayyam – Do Rubaiyat (XII)

“Rubaiyat (XII)”, um poema de Omar Khayyam que desloca a busca metafísica do exterior para o interior humano, afirmando que céu e inferno não são lugares distantes, mas dimensões da própria consciência.
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Yehuda Amichai – Tudo isso compõe um ritmo de dança

“Tudo isso compõe um ritmo de dança”, um poema de Yehuda Amichai em que o tempo rompe seus próprios compassos e faz da vida — com seus encontros interrompidos, amores que atravessam estações e memórias que nos tocam desde a morte — uma coreografia invisível, cuja música ninguém sabe quem inicia nem quem sustém.
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Louise Glück – As migrações noturnas

“As migrações noturnas”, um poema de Louise Glück que contempla o instante em que a vida ainda pulsa no que se move e no que brilha, mesmo enquanto pressente o silêncio a que tudo regressa — um sussurro entre o ser e o não ser.
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Ana Martins Marques – de “Livro das Semelhanças”

Um poema de Ana Martins Marques que subverte as noções de pertencimento ao atribuir tudo àquilo que está ausente, construindo uma reflexão paradoxal sobre deslocamento, identidade e a solidão como condição do amor.
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Alice Walker – “Boa noite, Willie Lee, nos vemos pela manhã”

“Boa noite, Willie Lee, nos vemos pela manhã”, um poema de Alice Walker em que o perdão vence o tempo — e, entre o silêncio da morte e a ternura da manhã, a alma aprende a voltar.
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Eugénio de Andrade – O Sorriso

“O Sorriso”, um poema de Eugénio de Andrade que celebra o desejo e a atração através da imagem luminosa de um sorriso, transformando-o em espaço de entrega, fascínio e dissolução do eu.
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Bob Hicok – A última meditação de Rothko

“A Última Meditação de Rothko”, um poema de Bob Hicok que transforma o gesto da morte em um mergulho na própria cor — onde o corpo se desfaz, e o pensamento, dissolvido na luz, reencontra o silêncio de onde veio.
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Philip Larkin – Os Velhos Tolos

“Os Velhos Tolos”, um poema de Philip Larkin que confronta de forma crua o envelhecimento, explorando a deterioração da memória e da identidade, ao mesmo tempo em que reflete sobre a proximidade da morte e o enigma da consciência diante do próprio fim.