Tag: Morte
-
James Wright – Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960

“Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960”, um poema de James Wright em que o eu lírico, atravessando paisagens desoladas e congeladas, reflete sobre perda, solidão e as cicatrizes de um país marcado por memórias enterradas e vazios irreparáveis.
-
May Swenson – Indagações

“Indagações”, um poema de May Swenson que explora as profundas inquietações que surgem diante da perda, questionando a própria essência do ser e o que permanece quando os laços que sustentam a vida se rompem.
-
Mark Strand – Um fragmento da tempestade

Leia “Um fragmento da tempestade”, um poema de Mark Stand, uma reflexão poética sobre os ciclos da vida.
-
Juan Vicente Piqueras – Visível e Invisível

“Visível e Invisível”, um poema de Juan Vicente Piqueras que explora a fragilidade das relações humanas e a dor da ausência, revelando como as memórias podem se dissolver na névoa do tempo, transformando amigos em sombras que vagam em nosso passado.
-
Lawrence Ferlinghetti – Allen Ginsberg morrendo

“Allen Ginsberg Morrendo”, um poema de Lawrence Ferlinghetti em que a iminência da morte de um grande poeta se entrelaça com a ressonância de sua voz e legado, revelando uma íntima conexão entre a vida, a arte e o inevitável fim.
-
Bertrand Russell – de “No que acredito”

“Acredito que ao morrer apodrecerei e nada do meu eu sobreviverá. Não sou jovem e amo a vida. Mas desdenho tremer de terror à ideia do aniquilamento. A felicidade não se torna menos verdadeira por ter que chegar ao fim, e o pensamento e o amor não perdem o seu valor por não durarem para…
-
Konstantinos Kaváfis – A cidade

Dizes: “Eu vou para outras terras, eu vou para outro mar.Hão de existir outras cidades melhores do que esta.De todo o esforço feito – estava escrito – nada restae sepultado qual um morto eu tenho o coração.Até quando vai minha alma ficar nesta inação?Onde quer que eu olhe, para onde quer que eu volte a…
-
Kim Addonizio – O que os mortos temem

“O que os mortos temem”, um poema de Kim Addonizio sobre anseios silenciosos além da morte.
-
Hugo Mujica – Há escassos dias

“Há escassos dias”, um poema de Hugo Mujica que explora a delicada relação entre a perda, a memória e a consciência da própria mortalidade, revelando, de maneira sutil, a profundidade do luto e a fragilidade da existência humana.
-
Antonio Cícero – O Fim da Vida

Conheci da humana lida a sorte: o único fim da vida é a morte e não há, depois da morte, mais nada. Eis o que torna esta vida sagrada: ela é tudo e o resto, nada. Antonio Cícero 1946 🌟 2024