Tag: Morte
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Ivan Junqueira – Estamos indo embora

“Estamos indo embora”, um poema de Ivan Junqueira que evoca a transição de um ciclo de vida repleto de memórias, música e escrita, rumo a um destino desconhecido e inevitável.
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Katie Ford – Terra

Se você honrasse os mortos,lembrando onde eles morreram,a esta hora, amanhã,não haveria por onde andar. Trad.: Nelson Santander Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua para manter a poesia viva em nosso blog Earth If you respect the dead and recall where they died by this time tomorrow there will be…
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Ferreira Gullar – Fim

“Fim”, um poema de Ferreira Gullar sobre os últimos momentos silenciosos de uma vida que se encerra inesperadamente.
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Ruy Belo – Missa de aniversário

“Missa de Aniversário”, de Ruy Belo, um poema que explora a persistência da ausência e a interação entre memória, natureza e transformação.
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Ferreira Gullar – Aqui e agora

“Aqui e Agora”, um poema de Ferreira Gullar que questiona o impacto do passado sobre o presente, revelando a persistência de memórias que assombram a vivacidade do presente.
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Anastasia Taylor-Lind – “Alcoólatras não sonham” não é uma metáfora

i. Alcoólatras não sonham não é uma metáfora Convido papai para o jantarjá que ele está morto pode aparecer a qualquer momento ele chega aos 36 quando se tornou meu paie com a idade que eu tinha quando ele morreu coloco pra tocar a mixtape da morte de papai que meu irmão fezpara a nossa…
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Sharon Olds – Diretamente

E então, em um final de tarde,eu compreendi: o mal que meu painos fez está diminuindo. Nunca imagineique isso pudesse acontecer, achava que esse mal fosse mais forte,como o mal divino — inundação, nascimento semolhos, com montes de tecido, sem retina, sempupila, do jeito que meu pai no sofá nãoparecia simplesmente não usar os olhos,mas…
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Malena Mörling – Viajando

Como postes de luzainda acesosapós o amanhecer,os mortosnos encaramde fotografiasemolduradas. Você pode discordar,mas ali estão eles,ainda presentesviajandoincessantementepara trássem um somcada vez maispara o passado. Trad.: Nelson Santander N. do T.: A temática deste poema pareceu-me muito semelhante à abordada por Carlos Drummond de Andrade em seu excepcional “Convívio”, publicado anteontem no site. Ambos refletem sobre…
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Manuel António Pina – Extrema-unção

Um poema tocante sobre a inevitabilidade da morte e a preparação para a despedida. O autor expressa a pressa e o cansaço do protagonista, em contraste com as tarefas práticas e cerimônias que antecedem o fim. A obra convida à reflexão sobre a vida e a morte.
