Tag: Dor
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Linda Pastan – O Ordinário

“O Ordinário”, um poema de Linda Pastan sobre o impacto silencioso e transformador dos momentos cotidianos na vida de uma pessoa.
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Emily Dickinson – Após grande dor sobrevém um sentimento austero

Após grande dor sobrevém um sentimento austero –Os Nervos ficam cerimoniosos como um cemitério –Indaga o rijo Coração se foi Ele que sofreu,Se Ontem, ou Séculos antes aconteceu? Os pés, mecânicos, circundam sem cessar –Nos Sopés, no Ar, em qualquer Lugar –Um caminho de madeiraQue indiferentemente medraUm contentamento de Quartzo, uma pedra – A Hora…
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Nuno Júdice – Epidemia

Passa de um para o outro através do olhar, de uma palavra,de um toque de mãos; por vezes, basta um leve suspiropara adivinhar a febre, e atrás dele descobre-se quenão é preciso cura nem tratamento. Instala-se na cabeça,no corpo, na boca, nos dedos, sem dor nem cansaço,apenas aquela ânsia a que se dá o nome…
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Lisel Mueller – Quando me perguntam

“Quando me perguntam”, um poema de Lisel Mueller sobre a indiferença da natureza diante da dor pessoal e a busca por consolo na linguagem após a perda de uma figura amada.
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Partricia McKernon Runkle – Ao encontrar alguém em luto profundo

Descalce os sapatose coloque-os junto à porta. Adentre descalçonesta capela escura, esvaziada pela perda,santificada pela dor, com suas paredese piso de pedra cinzenta. Você, congregaçãode uma pessoa, está aqui para ouvir,não para cantar. Ajoelhe-se no último banco,fique em silêncio. Deixe as velasfalarem. Trad.: Nelson Santander Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e…
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Rosemerry Wahtola Trommer – Observando minha amiga fingir que seu coração não está partido

“Observando minha amiga fingir que seu coração não está partido”, um poema de Rosemerry Wahtola Trommer que compara a densidade da dor emocional ao peso de uma estrela de nêutrons, refletindo sobre o sofrimento invisível e a necessidade de tratar uns aos outros com profunda ternura.
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Sean Thomas Dougherty – Os aposentos familiares da dor

Ocasionalmente, estou bem,embora, quando chego em casa do trabalho,ainda me sente em sua poltrona por horas sem tirar o casaco,puxando os botões que não são respostas — Trad.: Nelson Santander Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua para manter a poesia viva em nosso blog Grief’s Familiar Rooms Sometimes I am…


