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Joseph Stroud – Perdido

“Perdido”, um poema de Joseph Stroud sobre a jornada solitária de um indivíduo na vastidão indiferente da natureza e dentro de seu próprio mundo interior, onde busca desesperadamente conexão e identidade.
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Mary Oliver – Rosas no final do verão

O que acontececom as folhas depoisque ficam vermelhas e douradase caem? O que ocorre com as aves canorasquando não podem maiscantar? O que acontececom suas asas ágeis? Você acha que existe algumparaíso pessoalpara qualquer um de nós?Você acha que, do outro lado da escuridão,alguém irá nos chamar, a nós?Além das árvores,as raposas continuam ensinando seus…
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José Hierro – Réquiem

“Réquiem”, um poema de José Hierro, uma elegia que lamenta a morte anônima e sem glória de um imigrante espanhol nos Estados Unidos. Um poema sobre a solidão silenciosa e o anonimato absoluto de alguém perdido no tecido impiedoso da história.
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Paul Bailey – Noturno

Certa vez, conheci um homem que desejava nunca ter nascido.Ele falava sério quando dizia isso.Ele não era um poseur.Nos poucos e radiantes anos em que o conheci,Ele nunca falava para causar impacto. Ele dizia o que queria dizer, eu me lembro,silenciosa e cuidadosamente,enquanto tomávamos chá com torrada e ovos mexidosem uma daquelas manhãs perfeitasque sempre…
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Luis Alberto de Cuenca – O Sagrado

“O Sagrado”, um poema de Luis Alberto de Cuenca sobre a beleza autêntica e desnuda que revela a essência pura e irresistível da mulher.
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Mark Strand – A integridade das coisas

Num campo,sou a ausênciado campo.Issoé sempre verdadeiro.Onde quer que eu esteja,sou o que falta. Quando caminho,divido o are invariavelmenteo ar se movimentapara preencher os espaçosonde meu corpo esteve. Todos nós temos razõespara nos mover.Eu me movo parapreservar a integridade das coisas. Trad.: Nelson Santander Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique, compre e contribua…
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Adelaide Ivánova – sobre uma foto no huffington post, em 01 de novembro de 2015

“Sobre uma foto no Huffington Post, em 01 de novembro de 2015”, um poema de Adelaide Ivanova que confronta a violência extrema contra mulheres com os limites da linguagem, da arte e da ação política.
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Werner Aspenström – Um momento na pizzaria

As lâmpadas têm o formato de capacetes. Sua luz áspera pressiona contra as mesinhas criando um círculo de semiescuridão ao redor de cada cliente. Os relógios de quartzo marcam segundoa segundo. Levará no mínimo um mêsaté que o rouxinol volte do equador. Às vezes, recebo cartas de um engenheiroque calculou a idade do universo em…
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Malena Mörling – Sem localização precisa

À noite, o vento aprisionado agita os galhosdo olmo siberiano. Meu filho, que nasceu recentemente, dorme entre mim e meu marido. Onde ele estava antes? Meu marido repousacom seus pensamentos imersos em um sonho sem localização precisa. Nossos corpos estão deitados aqui nesta cama na escuridão de uma casa na terra — Uma casa…
