Categoria: Poesia em Língua Portuguesa
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Sophia de Mello Breyner Andresen – Eu me Perdi

“Eu me Perdi”, um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen que contrapõe a sordidez moral do mundo humano à pureza da natureza, encontrando no vento, na terra e sobretudo no mar uma forma de redenção e reencontro consigo mesma.
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Luiza Mussnich – Imagem

“Imagem”, um poema de Luiza Mussnich que revela a impossibilidade de aprisionar o efêmero, onde a ausência pesa mais que a presença e a memória se dissolve na fragilidade das formas.
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Mia Couto – Falta de Reza

“Falta de Reza”, um poema de Mia Couto que rejeita a ideia de um Deus vigilante e punitivo e propõe, com ironia e delicadeza, uma visão mais humana do divino — um Deus de amizade, riso e intimidade, talvez criado pela própria necessidade humana de sentido e afeto.
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Felipe Fleury – Ressonâncias

“Ressonâncias”, um poema de Felipe Fleury onde o ruído do mundo se dissolve em camadas invisíveis, para revelar que o verdadeiro silêncio pulsa nas distâncias cósmicas, na memória da infância e no coração de quem ainda nos escuta de longe.
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José Saramago – Demissão

“Demissão”, um poema de José Saramago que expressa um profundo desencanto com a ordem moral do mundo, denunciando a hipocrisia e a submissão humanas em relações de poder que alternam entre o abuso dos fracos e a servilidade diante dos fortes.
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Carlos Nejar – Gazel do Universo Começando

“Gazel do Universo Começando”, um poema de Carlos Nejar que funde amor e cosmos em imagens circulares de vento, trigo e mar, sugerindo que o universo inteiro começa no encontro amoroso e no movimento compartilhado dos amantes.
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Cassiano Ricardo – Ladainha

“Ladainha”, um poema de Cassiano Ricardo que ironiza a fé moderna na máquina e revela o risco de delegarmos à técnica aquilo que nos torna humanos.
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Carlos Nejar – José Mora

“José Mora”, um poema de Carlos Nejar que narra a travessia pela matéria da morte até o instante luminoso em que o ser emerge, face a face, com a aurora.
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Ivan Junqueira – O aeroplano

“O aeroplano”, um poema de Ivan Junqueira que transforma a lembrança da infância em voo breve, perdido para sempre no horizonte do tempo.
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José Paulo Paes – Auto-epitáfio nº 2

“Auto-epitáfio nº 2”, um poema de José Paulo Paes que transforma a escassez em destino e faz do nada um excesso definitivo.