Categoria: Poesia em Língua Portuguesa
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Adília Lopes – A Propósito das Estrelas

“A propósito das estrelas”, um poema de Adília Lopes que explora de forma circular e delicada a fusão entre amor e fascínio, refletindo sobre como o interesse por uma pessoa e por algo externo — as estrelas — se entrelaçam de modo inseparável na memória e na experiência afetiva.
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Ulisses Tavares – Religião

“Religião”, um poema de Ulisses Tavares que apresenta uma crítica concisa e irônica à alienação religiosa.
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Paulo Bomfim – Soneto I

“Soneto I”, soneto de Paulo Bomfim que utiliza a metáfora marítima para expressar uma travessia interior marcada por memória, sofrimento e busca existencial, onde o eu lírico navega por mares simbólicos rumo ao confronto consigo mesmo.
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Ferreira Gullar – O Universo

“O Universo”, um poema de Ferreira Gullar que contrapõe a vastidão cósmica à pequenez humana, refletindo sobre a consciência como o raro fenômeno que permite ao universo perceber a si mesmo, mesmo diante do abismo de matéria, tempo e escuridão.
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Ferreira Gullar – Infinito Silêncio

“Infinito Silêncio”, um poema de Ferreira Gullar que evoca o vazio primordial anterior à criação, explorando o silêncio como força originária e permanente que atravessa a existência e sustenta, de modo paradoxal, toda a vida.
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Ferreira Gullar – A Propósito do Nada

“A propósito de Nada”, um poema de Ferreira Gullar que investiga a natureza da identidade e da existência, contrapondo a percepção do outro à autoconsciência e refletindo sobre o apagamento do ser diante da morte e do esquecimento.
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Paulo Henriques Britto – de “Uma Doença”

O poema III da série “Uma Doença” utiliza o corpo como metáfora para a condição humana, apresentando toda forma de existência como provisória e arbitrária, e apontando a morte como o único estado definitivo.
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Paulo Henriques Britto – da série “Caderno”

O poema X da série “Caderno”, de Paulo Henriques Britto que explora a repetição do fracasso como experiência formadora, mostrando como a insistência transforma o erro em condição permanente e converte a própria queda em espetáculo.
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Ana Martins Marques – de “Livro das Semelhanças”

Um poema de Ana Martins Marques que subverte as noções de pertencimento ao atribuir tudo àquilo que está ausente, construindo uma reflexão paradoxal sobre deslocamento, identidade e a solidão como condição do amor.
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Eugénio de Andrade – O Sorriso

“O Sorriso”, um poema de Eugénio de Andrade que celebra o desejo e a atração através da imagem luminosa de um sorriso, transformando-o em espaço de entrega, fascínio e dissolução do eu.