Categoria: Poesia em Língua Portuguesa
-
Ferreira Gullar – Os Mortos

“Os mortos”, um poema de Ferreira Gullar que sugere que os mortos continuam a existir através da memória e da experiência dos vivos, vendo, ouvindo e até rindo por meio daqueles que permanecem no mundo.
-
Ferreira Gullar – Redundâncias

“Redundâncias”, um poema de Ferreira Gullar que reflete de forma filosófica sobre a morte, sugerindo que o medo e o apego ao mundo pertencem apenas aos vivos e que a própria ideia de morte existe somente enquanto há consciência para concebê-la.
-
Ferreira Gullar – Visita

“Visita”, um poema de Ferreira Gullar que retrata um pai visitando o túmulo do filho no dia de Finados, confrontando a impossibilidade de alcançá-lo novamente e encontrando no gesto simples de escrever “eu te amo filho” uma forma tardia e dolorosa de amor.
-
Ferreira Gullar – A Alegria

“A Alegria”, um poema de Ferreira Gullar que confronta a ideia de que o sofrimento possui valor redentor, comparando a dor humana à dor animal para afirmar a igualdade biológica da existência e questionar as ilusões morais que tentam conferir sentido à dor.
-
Antonio Cicero – Cidade

“Cidade”, um poema de Antonio Cicero que revisita a cidade sonhada da juventude como metáfora do futuro imaginado, refletindo sobre memória, expectativa e a forma como o tempo transforma e obscurece aquilo que um dia parecia promessa absoluta.
-
Jorge Wanderley – Acerto de Contas

“Acerto de contas”, um poema de Jorge Wanderley que examina o ciclo de violência entre gerações na educação familiar, refletindo sobre culpa, mudança moral e a difícil posição da geração intermediária que apanhou dos mais velhos e repetiu os mesmos erros com os mais jovens.
-
Cassiano Ricardo – Morrer não será dormir

“Morrer não será dormir”, um poema de Cassiano Ricardo que reflete filosoficamente sobre a morte como estado de absoluta indiferença, sugerindo que morrer não é repouso, mas a perda de toda distinção moral e sensível diante do mundo.
-
Cecília Meireles – O Jardim

“O Jardim”, um poema de Cecília Meireles que descreve um jardim luminoso e vibrante, onde luz, insetos, pássaros e flores compõem uma harmonia natural delicada, interrompida apenas pela presença humana, que perturba a serenidade desse espaço idealizado da natureza.
-
Sophia de Mello Breyner Andresen – Eu me Perdi

“Eu me Perdi”, um poema de Sophia de Mello Breyner Andresen que contrapõe a sordidez moral do mundo humano à pureza da natureza, encontrando no vento, na terra e sobretudo no mar uma forma de redenção e reencontro consigo mesma.
-
Luiza Mussnich – Imagem

“Imagem”, um poema de Luiza Mussnich que revela a impossibilidade de aprisionar o efêmero, onde a ausência pesa mais que a presença e a memória se dissolve na fragilidade das formas.