Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Sharon Olds – Sexo sem amor

Como conseguem fazer isso, os que fazem amorsem amor? Belos como bailarinos,deslizando um sobre o outro como patinadoresno gelo, dedos enganchadosnos corpos um do outro, rostosvermelhos como carne, vinho, molhados como ascrianças recém-nascidas que serão entregues pelasmães. Como eles conseguem chegar achegar a chegar a Deus chegar àságuas calmas e não amaraquele que chegou até…
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Billy Collins – Esquecimento

*”Esquecimento”*, um poema de Billy Collins sobre o deslizar sutil das lembranças para longe, onde o que antes era familiar se transforma em uma névoa distante e inexplicável.
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Mary Oliver – Hospital Universitário de Boston

As árvores no gramado do hospitalsão frondosas e exuberantes. Elas tambémrecebem os melhores cuidados,como você e os muitos anônimos,nos quartos limpos acima desta cidade,onde dia e noite os médicos continuamchegando, onde máquinas intrincadasregistram com fria devoçãoo sussurro do sangue,o lento remendar dos ossos,o desespero da mente. Quando venho visitá-lo e saímosà luz de um dia…
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Sharon Olds – Tudo

A maioria de nós jamais foi concebida.Muitos de nós nunca nascemos —sobrevivemos em um mar solitário por horas,semanas, com membros extras ou ausentes,ou segurando nos braços nossa pobre segunda cabeça,que brota de nosso peito. E muitos de nós,frutos do mar em seu caule, sonhando com algase búzios, somos eliminados em nossos primeiros meses.E alguns que…
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Raymond Carver – Luto

Acordei cedo esta manhã e da minha camaolhei para longe através do Estreito e vium pequeno barco movendo-se na água agitada,com uma única luz acesa. Lembrei-me de um amigo que costumava gritar o nome de sua falecida esposa do alto das colinasao redor da Perugia. Que colocava um pratopara ela em sua mesa simples muito…
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Louise Glück – Under Taurus

“Under Taurus”, um poema de Louise Glück que mergulha na complexidade dos desejos ocultos sob um céu noturno que revela tanto quanto oculta.
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Dan Fante – [Agora que eu já escrevi]
![Dan Fante – [Agora que eu já escrevi]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2020/02/open_road_b6355_-_geograph.org_.uk_-_150433.jpg)
“[Agora que eu já escrevi]”, um poema de Dan Fante que reflete, com brutal honestidade, sobre as marcas da experiência e as inquietações persistentes da alma, revelando uma luta interior que transcende o tempo e as conquistas da vida adulta.
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Joy Sullivan – Compaixão

“Compaixão”, um poema de Joy Sullivan que expõe, num gesto mínimo e brutal, as diferenças íntimas que podem separar dois amantes mesmo antes da despedida.
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Merrit Malloy – Epitáfio

“Epitáfio”, um poema de Merrit Malloy que explora com delicadeza a continuidade do amor após a morte, oferecendo uma visão tocante sobre a doação de si mesmo e o legado que vai além das palavras.
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Adam Zagajewski – Uma chama

“Uma chama”, um poema de Adam Zagajewski que condensa em poucos versos uma prece pela dignidade humana diante da passagem do tempo.