Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Lucille Clifton – [entardecer e meu falecido ex-marido]
![Lucille Clifton – [entardecer e meu falecido ex-marido]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/06/lucillecliftonbyrachelelizagriffithshires_1000xcopy.png)
“[entardecer e meu falecido ex-marido]”, um poema de Lucille Clifton sobre dúvidas que se entrelaçam em uma atmosfera carregada de mistério e emotividade.
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Sharon Olds – Ode à terra

“Ode à Terra”, um poema de Sharon Olds sobre a redescoberta da conexão íntima e essencial entre os seres humanos e o solo que os sustenta.
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Juan Vicente Piqueras – Oração do descrente

O importante é rezar, não importa a quem,que as perguntas sejam as oraçõesdo pensamento, plantem sua sementeem nossa solidão, e não haja pazque, à força de insistir, seja capazde não existir, não tenha outro remédiosenão acudir à voz de quem a chama. Que deus não exista, acasoé razão para nele não crer? Deus é o…
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Kim Addonizio – Poema da morte

“Poema de Morte”, de Kim Addonizio: um poema sobre a inescapável jornada da vida e os encontros sombrios ao longo do caminho.
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Li-Young Lee – Cuidado

“Cuidado”, um poema de Li-Young Lee sobre a intimidade dos pequenos gestos cotidianos e a inevitabilidade da passagem do tempo, revelando a beleza e a fragilidade da vida.
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Emily Dickinson – Após grande dor sobrevém um sentimento austero

Após grande dor sobrevém um sentimento austero –Os Nervos ficam cerimoniosos como um cemitério –Indaga o rijo Coração se foi Ele que sofreu,Se Ontem, ou Séculos antes aconteceu? Os pés, mecânicos, circundam sem cessar –Nos Sopés, no Ar, em qualquer Lugar –Um caminho de madeiraQue indiferentemente medraUm contentamento de Quartzo, uma pedra – A Hora…
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Linda Gregg – Noites na vizinhança

“Noites na Vizinhança”, um poema de Linda Gregg sobre a compaixão silenciosa que ilumina os cantos escuros da alma humana.
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William Carlos Williams – Nevasca

Neve:anos de fúria seguindohoras que flutuam indolentes —a nevascadeposita seu fardocada vez mais fundo por três diasou sessenta anos, não? Entãoo sol! um tumulto deflocos amarelos e azuis —Árvores de aparência hirsuta destacam-seem longas alamedassobre uma selvagem solidão.O homem se vira e lá —seu solitário rastro estendendo-sesobre o mundo. Trad.: Nelson Santander REPUBLICAÇÃO: poema originalmente…
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Edward Hirsh – Como será a última noite

“Como será a última noite”, um poema de Edward Hirsh sobre a solidão íntima e a contemplação resignada diante da vastidão da noite e do infinito.
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Yehuda Amichai – Como a marca de nossos corpos

“Como a marca de nossos corpos”, um poema de Yehuda Amichai sobre a efemeridade das nossas presenças e as marcas deixadas pela passagem do tempo.