Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Rosemerry Wahtola Trommer – Névoa

“Névoa”, um poema de Rosemerry Wahtola Trommer que explora a insignificância humana diante da vastidão da natureza, conduzindo a uma revelação silenciosa de amor e aceitação.
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Ada Limón – Resgate

“Resgate”, um poema de Ada Limón sobre a beleza resiliente na dualidade entre destruição e renovação, e a íntima reconexão com aquilo que somos e perdemos.
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William Stafford – Como é

“Como é”, um poema de William Stafford sobre a constância em meio à mudança – uma reflexão sobre aquilo que, mesmo invisível aos outros, nos mantém no caminho.
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José Infante – Esquecimento ou desmemoria?

“Esquecimento ou desmemoria?”, um poema de José Infante sobre a perda devastadora da memória, o impacto emocional do Alzheimer, e a luta entre lembrar e esquecer, explorando a dor da desorientação e a busca desesperada por identidades perdidas.
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Jack Gilbert – Infidelidade

O poema examina a infidelidade menos como episódio moral do que como tensão entre desejo, lealdade e memória. Na convivência amorosa, a atração por outra vida revela fissuras, escolhas e consequências que não se deixam simplificar.
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Jack Gilbert – Não a felicidade, mas a consequência da felicidade

Jack Gilbert desloca a atenção da felicidade para o que ela deixa depois de vivida. O poema observa marcas, perdas e mudanças produzidas por uma alegria real, recusando tanto a celebração fácil quanto o desespero absoluto.
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Jack Gilbert – De pouco em pouco: da meia-noite às quatro da manhã

Durante as horas entre a meia-noite e a madrugada, a consciência acompanha pequenas mudanças que aproximam vida, tempo e morte. O poema transforma a vigília num movimento gradual, atento ao desaparecimento e à continuidade.
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Saskia Hamilton – 1944

“1944”, um poema de Saskia Hamilton em que gestos de cuidado e resistência emergem em meio à devastação da guerra, revelando a força humana diante do caos.
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Peter Davidson – Castelos de Setembro

“Castelos de Setembro”, um poema de Peter Davidson em que a chegada do outono evoca reflexões sobre a transitoriedade, a solidão e a memória, entrelaçando paisagens íntimas e culturais em um diálogo com o tempo e a poesia.
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Louis MacNeice – Déjà Vu

“Déjà Vu”, um poema de Louis MacNeice em que o tempo dobra sobre si mesmo enquanto uma mulher contempla o eterno num instante.