Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Eavan Boland – Chegamos sempre tarde demais

“Chegamos sempre tarde demais”, um poema de Eavan Boland que explora a natureza fragmentada da memória e a dolorosa distância entre o que foi vivido e o que poderia ter sido, revelando a beleza e a melancolia das lembranças que nos escapam.
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Eavan Boland – Âmbar

“Âmbar”, um poema de Eavan Boland em que a memória e a ausência se entrelaçam, revelando como algo tão frágil quanto a resina pode capturar vestígios do passado e desafiá-lo a permanecer.
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Eavan Boland – Brasas

“Brasas”, um poema de Eavan Boland em que o entrelaçamento entre mito e intimidade revela segredos do tempo, do desejo e da memória, ardendo entre o que é dito e o que deve permanecer em silêncio.
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Lee Stockdale – O armazém geral do meu falecido pai no meio do deserto

“O armazém geral do meu falecido pai no meio do deserto”, um poema de Lee Stockdale que evoca um espaço entre mundos, onde memórias, alucinação e realidade se misturam em meio ao calor poeirento do deserto, enquanto um filho tenta compreender a presença e o silêncio de um pai que já partiu.
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Charles Simic — Shelley

“Shelley”, um poema de Charles Simic em que a descoberta da poesia se entrelaça a uma noite chuvosa em Nova York, criando um cenário de estranheza e epifania, onde a voz do poeta romântico ecoa entre ruas desertas, figuras enigmáticas e vislumbres de um mundo à beira do delírio.
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Ben Rhys Palmer – Eden, o robô jardineiro

“Eden, o robô jardineiro”, um poema de Ben Rhys Palmer que explora a delicada fronteira entre programação e autonomia, revelando, através do olhar mecânico de um robô, a beleza inesperada da transformação e a melancolia da imperfeição na natureza.
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Tony Connor – Na Alameda dos Carvalhos

“Na Alameda dos Carvalhos”, um poema de Tony Connor sobre a solidão implacável da velhice, onde o passado e o presente se entrelaçam em noites silenciosas, permeadas por lembranças de dor, perda e um mundo que segue indiferente.
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Mary Ruefle – Meu amigo moribundo

“Meu Amigo Moribundo”, um poema de Mary Ruefle sobre a delicada fronteira entre início e fim, identidade e anonimato, revelando uma perspectiva melancólica e inesperada sobre o ciclo da vida.
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Francis Ledwidge – A um pardal

“A um pardal”, um poema de Francis Ledwidge em que o autor encontra beleza e dignidade na simplicidade despretensiosa de uma das aves mais comuns de nossas cidades.
