Categoria: Nelson Santander – Traduções
-
Carl Sandburg – O crepúsculo dos búfalos

“O Crepúsculo dos Búfalos”, um poema de Carl Sandburg sobre a memória efêmera de uma era perdida, onde a terra, marcada por grandes presenças, agora se vê vazia e silenciosa, carregando apenas ecos de um passado distante.
-
W.S. Merwin – Rio

“Rio”, um poema de W. S. Merwin sobre a efemeridade das coisas, evocando a memória de Li Po e a fluidez do tempo que, como um rio, segue seu curso indiferente ao desaparecimento de tudo ao redor.
-
Mary Oliver – Prece

“Prece”, um poema de Mary Oliver em que o sagrado se revela na simplicidade do olhar.
-
Ada Limón – Guarda compartilhada

“Guarda Compartilhada”, um poema de Ada Limón que explora a complexidade emocional de viver entre dois mundos distintos, revelando, através de uma perspectiva infantil, como a divisão familiar pode ser simultaneamente caótica e cheia de abundância de amor.
-
Ida Vitale – Peixe na água

“Peixe na água”, um poema de Ida Vitale em que a imagem simples de um peixe ganha dimensões infinitas, convidando-nos a explorar um universo de profundidade filosófica, onde o eu e o mundo se espelham em camadas de sentido e mistério.
-
Ansel Elkins – Autobiografia de Eva

“Autobiografia de Eva”, um poema de Ansel Elkins que, ao transitar entre o fogo e o eco, revela a história de uma mulher que, diante do desconhecido, encontra sua própria voz e se lança para além dos limites do que se espera.
-
Wendell Berry – A Meta

“A Meta”, um poema de Wendell Berry que explora, com simplicidade e profundidade, a busca por uma quietude interior em meio à pressa e ao ruído da vida cotidiana.
-
Alex Dimitrov – Solstício de inverno

“Solstício de Inverno”, de Alex Dimitrov, uma meditação sombria e ao mesmo tempo melancólica sobre a experiência da solidão, do amor e da efemeridade da vida.
-
Sarah Lindsay – Origem

“Origem”, um poema de Sarah Lindsay sobre as delicadas interações da vida primordial e a tranquilidade de uma existência antes dos conflitos e das complicações, onde a beleza da simplicidade se encontra nas raízes da nossa própria história.
-
Ron Koertge – Espaço vazio

“Espaço Vazio”, um poema em prosa de Ron Koertge que explora a íntima conexão entre pai e filho através de um ritual cotidiano, revelando, em sua simplicidade, a profundidade da perda e a saudade que fica nas entrelinhas.