Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Edward Thomas – Foi-se embora, uma vez mais

“Foi-se embora, uma vez mais”, um poema de Edward Thomas que reflete sobre a inexorável passagem do tempo e memórias de juventude, tendo como pano de fundo uma antiga casa abandonada que, como o próprio narrador, carrega as marcas silenciosas de dias que não voltam mais.
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Grey Gowrie – Terceiro Dia

“Terceiro Dia”, um poema de Grey Gowrie em que a identidade se dissolve entre tubos e pranchetas, enquanto o tempo suspenso aguarda — não a morte, mas um limiar entre existência e renascimento, onde até o ar é uma promessa roubada.
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Gwendolyn MacEwen – A Descoberta

“A Descoberta”, um poema de Gwendolyn MacEwen que desafia a ilusão do conhecimento total, sugerindo que, mesmo diante do que parece revelado, há sempre camadas ocultas à espera de um novo olhar.
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Joyce Sutphen – Meu pai, morrendo

“Meu pai, morrendo”, um poema de Joyce Sutphen que transforma o fim da vida em uma paisagem distante, onde o familiar se torna inalcançável e o tempo se alonga em silêncio.
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Eavan Boland – Anna Liffey

“Anna Liffey”, um poema de Eavan Boland sobre memória, identidade e pertencimento, que entrelaça a fluidez do rio com as transformações do corpo e da linguagem, revelando a busca por um lar em meio à impermanência.
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Sarah Russell – Se eu tivesse três vidas

“Se eu tivesse três vidas”, um poema de Sarah Russell que explora escolhas imaginárias e os caminhos não percorridos, entrelaçando sonhos, anseios e a busca por conexões em diferentes versões de uma mesma existência.
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Lucille Clifton – Cântico de Louvor

“Cântico de Louvor”, um poema de Lucille Clifton sobre a força silenciosa das conexões humanas, o acolhimento incondicional e os momentos extraordinários escondidos na simplicidade do cotidiano.
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Timothy Liu – Melhor não deixar vestígios

“Melhor não deixar vestígios”, um poema de Timothy Liu que explora o confronto entre memória, perda e os rituais que moldam nossa relação com a morte, revelando camadas de intimidade e tensões familiares em meio ao efêmero.
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William Stafford – Sim

“Sim”, um poema de William Stafford sobre a imprevisibilidade da vida e os pequenos presentes que ela oferece, mesmo sem garantias.
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Sean Thomas Dougherty – O Segundo O do Sofrimento

“O Segundo O do Sofrimento”, um poema de Sean Thomas Dougherty sobre memória, perda e a persistência de seguir em frente, enquanto ecos do passado ressoam na paisagem e na alma.