Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Jules Supervielle – A ponta da chama

“A Ponta da Chama,” um poema de Jules Supervielle em que a busca pela prova da própria existência se desenha no gesto de tocar a luz, enquanto a morte traz um silêncio que resguarda esse mistério.
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Natasha Trethewey – Teorias sobre o tempo e o espaço

“Teorias sobre o tempo e o espaço,” um poema de Natasha Trethewey em que a jornada por paisagens familiares e esquecidas revela memórias soterradas, ecos de identidade e o peso silencioso da passagem do tempo.
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Linda Gregg – Uma sede contrária

“Uma Sede Contrária”, um poema de Linda Gregg sobre a luta íntima entre a ordem e a ruína, onde a beleza floresce apenas para ser entregue ao tempo, e até Deus parece habitar no frio desolado das ruas abandonadas.
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Louis MacNeice – Uma catarata concebida como uma procissão de cadáveres

“Uma catarata concebida como uma procissão de cadáveres”, um poema de Louis MacNeice em que o rio se transforma em palco de um ritual sombrio, onde a correnteza sussurra segredos de morte e esquecimento, arrastando o eco de vidas que se perdem na cadência interminável das águas.
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Carl Sandburg – O crepúsculo dos búfalos

“O Crepúsculo dos Búfalos”, um poema de Carl Sandburg sobre a memória efêmera de uma era perdida, onde a terra, marcada por grandes presenças, agora se vê vazia e silenciosa, carregando apenas ecos de um passado distante.
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W.S. Merwin – Rio

“Rio”, um poema de W. S. Merwin sobre a efemeridade das coisas, evocando a memória de Li Po e a fluidez do tempo que, como um rio, segue seu curso indiferente ao desaparecimento de tudo ao redor.
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Mary Oliver – Prece

“Prece”, um poema de Mary Oliver em que o sagrado se revela na simplicidade do olhar.
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Ada Limón – Guarda compartilhada

“Guarda Compartilhada”, um poema de Ada Limón que explora a complexidade emocional de viver entre dois mundos distintos, revelando, através de uma perspectiva infantil, como a divisão familiar pode ser simultaneamente caótica e cheia de abundância de amor.
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Ida Vitale – Peixe na água

“Peixe na água”, um poema de Ida Vitale em que a imagem simples de um peixe ganha dimensões infinitas, convidando-nos a explorar um universo de profundidade filosófica, onde o eu e o mundo se espelham em camadas de sentido e mistério.
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Ansel Elkins – Autobiografia de Eva

“Autobiografia de Eva”, um poema de Ansel Elkins que, ao transitar entre o fogo e o eco, revela a história de uma mulher que, diante do desconhecido, encontra sua própria voz e se lança para além dos limites do que se espera.