Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Eavan Boland – A douradora

“A douradora,” um poema de Eavan Boland em que o ofício de transformar metais preciosos torna-se uma metáfora para a criação poética, revelando as delicadas e perigosas alquimias da memória e do desejo.
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Seamus Heaney – Posfácio

“Posfácio”, um poema de Seamus Heaney sobre a busca pela conexão com a natureza e os momentos fugazes que revelam a beleza do desconhecido, enquanto um simples passeio se transforma em uma experiência transformadora.
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Kenneth Rexroth – Ar e Anjos: Apenas Esta Noite

*”Ar e Anjos: Apenas Esta Noite”*, um poema de Kenneth Rexroth sobre o poder intemporal de um momento de amor que desafia o próprio conceito de tempo, condensando passado e futuro em um presente eterno e imortal.
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Stephen Dunn – Depois de fazer amor

“Depois de Fazer Amor”, um poema de Stephen Dunn que explora as complexas emoções que emergem após um momento de intimidade, revelando a tensão entre o desejo de conexão e os fantasmas do passado que nos assombram.
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Lisel Mueller – Monet recusa a cirurgia

*”Monet Recusa a Cirurgia”*, um poema de Lisel Mueller sobre a luta entre a clareza objetiva e a visão artística, onde a passagem do tempo transforma o mundo em um espaço de fusões e conexões invisíveis, reveladas apenas ao olhar de quem aprendeu a ver além da superfície.
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Sharon Olds – Quando dizem que você tem talvez três meses de vida

“Quando dizem que você tem talvez três meses de vida”, um poema de Sharon Olds que explora a complexidade do amor e da perda, enquanto reflete sobre a fragilidade da vida e a profundidade das conexões humanas em meio à inevitabilidade da morte.
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Margaret Hasse – Primeiro dia de Jardim de Infância

“Primeiro dia de Jardim de Infância,” um poema de Margaret Hasse em que a despedida inocente entre mãe e filho revela, em instantes delicados, os primeiros vislumbres de independência e desapontamento.
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John Yau – “E Pluribus Unum”

“E Pluribus Unum”, um poema de John Yau sobre o tecido sutil que une o tumulto da existência e a quietude da alma, onde fragmentos de luz e sombra se entrelaçam, tecendo o véu da experiência humana.
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Ted Kooser – Abutre

“Abutre”, um poema de Ted Kooser que, sob a leveza de um instante efêmero, sussurra segredos sobre a presença de sombras imprevistas, desvelando a fragilidade da vida entre a luz e a escuridão.
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Lucille Clifton – o último dia

“o último dia”, um poema de Lucille Clifton sobre o peso de nossas escolhas coletivas e o olhar inescapável da própria consciência.