Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Antonio Pérez Morte – Para Berta

“Para Berta”, um poema de Antonio Pérez Morte Para restabelecer a infância, uma bola de gude. Para a adolescência um beijo, um verso, uma esperança.
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Joshua Jennifer Espinoza – Isto é o que faz de nós Mundos

Como a luz, masao contrário, nós ondulamos. Dobramos a esquinae fazemos desapareceras colinas. Você rearranja meus pedaços até nãodoer mais. Fim do medo noturnoentranhado na pele. Fim da morte inocente. Meus cabelos perdem seus átomos.Meu corpo brilhano escuro. Planetas são esmagadosno esquecimento,despojados do seu poderde nomear as coisas. Nosso amor ocupa o ar. Nosso amor…
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Jane Kenyon – Discutindo com a melancolia

“Discutindo a melancolia”, um poema de Jane Kenyon sobre a depressão 1 DO BERÇÁRIO Quando eu nasci, você esperava atrás de uma pilha de lençóis no berçário e, quando ficamos a sós, você se deitou sobre mim, espremendo a bile da desolação em cada poro.
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Louise Glück – Uma fantasia

Vou lhe dizer uma coisa: todos os diaspessoas morrem. E isso é só o começo.Todos os dias, nas funerárias, nascem novas viúvas,novos órfãos. Eles se sentam com as mãos cruzadas,tentando decidir sobre esta nova vida. Depois eles estão no cemitério, alguns delespela primeira vez. Eles têm medo de chorar,às vezes de não chorar. Alguém se…
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Robinson Jeffers – A canção da quietude

Bebe, bebe profundamente da quietude, E às margens do mar-imensidãoEsquece de tua aflição, amiúde, E de todas as misérias que virão.Mais calmo e frio do que a neblina,Que se desdobra e se inclinaSobre o vale escuro, e se rebobina, Aprende a ser. O Passado — foi um sonho ardente, Um…
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Miller Williams – Poema de amor com torrada

“Poema de amor com torrada”, um poema de Miller Williams
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Leslie McGrath – Corpus

Corpus, um poema de Leslie McGrath. Depois que lavaram meu corpo e enfiaram meus braços nas mangas de um vestido que comprei nos anos trinta em um mercado de Cuernavaca, eles circundaram um rosário em minhas mãos postas. (…)
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Jorge Valdés Días-Vélez – O olival

“O olival”, um poema de Jorge Valdés Días-Vélez Não direi a oração que se pronuncia em outras ocasiões como esta. Eu vim para enterrar-te. E o meu silêncio é o outro lugar para onde foste. Porque não há mais verdade do que a tua memória e nada a dizer que tu não saibas (…)

