Tag: ubi sunt
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Linda Pastan – Metrô

“Metrô”, um poema de Linda Pastan que explora as profundezas das memórias e as conexões entre a infância e o presente.
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Linda Pastan – O que vemos por último

“O que vemos por último”, um poema de Linda Pastan sobre as memórias finais que podem se eternizar, revelando reflexões íntimas sobre o significado da vida e da morte.
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Lucille Clifton – [entardecer e meu falecido ex-marido]
![Lucille Clifton – [entardecer e meu falecido ex-marido]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2024/06/lucillecliftonbyrachelelizagriffithshires_1000xcopy.png)
“[entardecer e meu falecido ex-marido]”, um poema de Lucille Clifton sobre dúvidas que se entrelaçam em uma atmosfera carregada de mistério e emotividade.
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Juan Vicente Piqueras – Visível e Invisível

“Visível e Invisível”, um poema de Juan Vicente Piqueras que explora a fragilidade das relações humanas e a dor da ausência, revelando como as memórias podem se dissolver na névoa do tempo, transformando amigos em sombras que vagam em nosso passado.
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Nicanor Parra – Último brinde

“Último Brinde”, um poema de Nicanor Parra que reflete sobre as opções limitadas da vida, explorando a transitoriedade do tempo e a inevitabilidade da morte, convida o leitor a um brinde melancólico ao que nunca chega.
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Kim Addonizio – O que os mortos temem

“O que os mortos temem”, um poema de Kim Addonizio sobre anseios silenciosos além da morte.
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Joan Margarit – A aventura

“A Aventura”, um poema de Joan Margarit que explora temas profundos e universais como a transitoriedade da vida, a fuga da realidade cotidiana e o confronto com a eternidade.
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Adam Zagajewski – O portão

“O portão”, um poema de Adam Zagajewski que investiga a relação entre memória, identidade e perda através do retorno imaginário a um espaço da infância.
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Joan Margarit – Inverno de 95

“Inverno de 95”, um poema de Joan Margarit sobre a complexa e silenciosa reconciliação entre passado e presente, capturando a melancolia de um encontro inevitável e as nuances da separação.
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Adam Zagajewski – Véspera de Ano Novo, 2004

Estás em casa ouvindogravações de Billie Holiday,que canta sonolenta e melancolicamente.Contas as horas que aindafaltam para a meia-noite.Por que os mortos cantam em pazenquanto os vivos não conseguem se libertar do medo? Trad.: Nelson Santander, a partir da versão do poema em inglês traduzido por Clare Cavanagh Mais do que uma leitura, uma experiência. Clique,…