Categoria: Poesia em Língua Portuguesa
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David Mourão-Ferreira – Testamento

Que fique só da minha vida um monumento de palavras Mas não de prata Nem de cinza Antes de lava Antes de nada Daquele nada que se aviva quando se arrisca uma viagem por entre os pântanos da ira além do sol das barricadas Ou quando um poço que cintila parece o tecto de uma…
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Nelson Santander – Singularidade
Logo no início do blog, publiquei alguns poemas de minha autoria, não tanto pelo valor intrínseco que cada um deles dificilmente possa ter, mas para deixa-los “arquivados” nesse grande arquivo virtual que é a internet. Dentre eles, o poema que segue é aquele que considero o menos ruim de todos os que cometi. Como minhas…
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Ana Martins Marques – [Você se dá conta]
![Ana Martins Marques – [Você se dá conta]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2020/10/il_fullxfull.1812787194_icon-1.jpg)
Leia “[Você se dá conta]”, de Ana Martins Marques, um poema fascinante sobre tradução, linguagem, leitura e os tradutores que moldam nossa experiência da literatura.
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Nelson Santander – [secos são os homens sem sonhos]
![Nelson Santander – [secos são os homens sem sonhos]](https://singularidadepoetica.art/wp-content/uploads/2020/09/pexels-photo-1001435.jpeg)
“secos são os homens sem sonhos”, um poema de Nelson Santander secos são os homens sem sonhos desertos rios de margens estreitas trilham apenas os caminhos que a terra dita
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Eugénio de Andrade – Elegia

Às vezes era bom que tu viesses. Falavas de tudo com modos naturais: em ti havia a harmonia dos frutos e dos animais. Maio trouxe cravos como outrora, cravos morenos, como tu dizias, mas cada hora passa e não se demora na tristeza das nossas alegrias. Ainda sabemos cantar, só a nossa voz é que…
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Ferreira Gullar – Poema sujo

“Poema sujo”, de Ferreira Gullar turvo turvo a turva mão do sopro contra o muro escuro menos menos menos que escuro menos que mole e duro menos que fosso e muro: menos que furo escuro mais que escuro:
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Alberto Pucheu – Poema para a catástrofe do nosso tempo

Leia “Poema para a catástrofe do nosso tempo,” de Alberto Pucheu, uma poderosa reflexão poética sobre a tragédia bolsonarista, memória, democracia, pandemia, violência política e resistência coletiva.
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Germana Zanettini – Centésimo trigésimo nono

Centésimo trigésimo nono, um poema de Germana Zanettini

