Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Li-Young Lee – Cuidado

“Cuidado”, um poema de Li-Young Lee sobre a intimidade dos pequenos gestos cotidianos e a inevitabilidade da passagem do tempo, revelando a beleza e a fragilidade da vida.
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Eavan Boland – Quarentena

Na pior hora da pior estaçãodo pior ano de todo um povoum homem partiu do internato com a mulherEle andava – ambos andavam – para o norte Ela tinha a febre da fome e não se aguentava.Ele a ergueu e a pôs nas costas.Andou assim para oeste e oeste e norte. Até queao anoitecer sob…
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Emily Dickinson – Após grande dor sobrevém um sentimento austero

Após grande dor sobrevém um sentimento austero –Os Nervos ficam cerimoniosos como um cemitério –Indaga o rijo Coração se foi Ele que sofreu,Se Ontem, ou Séculos antes aconteceu? Os pés, mecânicos, circundam sem cessar –Nos Sopés, no Ar, em qualquer Lugar –Um caminho de madeiraQue indiferentemente medraUm contentamento de Quartzo, uma pedra – A Hora…
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Linda Gregg – Noites na vizinhança

“Noites na Vizinhança”, um poema de Linda Gregg sobre a compaixão silenciosa que ilumina os cantos escuros da alma humana.
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William Carlos Williams – Nevasca

Neve:anos de fúria seguindohoras que flutuam indolentes —a nevascadeposita seu fardocada vez mais fundo por três diasou sessenta anos, não? Entãoo sol! um tumulto deflocos amarelos e azuis —Árvores de aparência hirsuta destacam-seem longas alamedassobre uma selvagem solidão.O homem se vira e lá —seu solitário rastro estendendo-sesobre o mundo. Trad.: Nelson Santander REPUBLICAÇÃO: poema originalmente…
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Edward Hirsh – Como será a última noite

“Como será a última noite”, um poema de Edward Hirsh sobre a solidão íntima e a contemplação resignada diante da vastidão da noite e do infinito.
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Yehuda Amichai – Como a marca de nossos corpos

“Como a marca de nossos corpos”, um poema de Yehuda Amichai sobre a efemeridade das nossas presenças e as marcas deixadas pela passagem do tempo.
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William Butler Yeats – A torre

1O que farei com esta absurdidade,Esta caricatura, coração?Decrepitude atada à minha idadeComo à cauda de um cão?Jamais terei sentidoTão grande, tão apaixonada, tão incrívelA fantasia, nem houve olho e ouvidoQue mais quisessem o impossível –Não, nem quando menino, com inseto e anzol,Ou mais humilde verme, no alto de Ben Bulben,Eu tinha a desfrutar todo um…
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Jeffrey Harrison – Um gole de água

“Um gole de água”, um poema de Jeffrey Harrison sobre a poderosa conexão entre gerações através de um gesto simples e cotidiano.
