Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Tess Gallagher – Vão

“Vão”, um pequeno poema de Tess Gallagher que nos faz questionar a aparente dualidade da existência.
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Tom Hirons – Enquanto isso

“Enquanto isso”, um poema de Tom Hirons sobre a beleza efêmera da vida, os pequenos milagres do cotidiano e a resistência do amor contra a inevitabilidade do tempo.
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C. K. Williams – A Corsa

“A Corsa”, um poema de C.K. Williams sobre a fragilidade da dor, a inquietude da presença e a fugaz conexão com o sofrimento, capturada em um momento silencioso e intenso na natureza.
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Eavan Boland – Chegamos sempre tarde demais

“Chegamos sempre tarde demais”, um poema de Eavan Boland que explora a natureza fragmentada da memória e a dolorosa distância entre o que foi vivido e o que poderia ter sido, revelando a beleza e a melancolia das lembranças que nos escapam.
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Eavan Boland – Âmbar

“Âmbar”, um poema de Eavan Boland em que a memória e a ausência se entrelaçam, revelando como algo tão frágil quanto a resina pode capturar vestígios do passado e desafiá-lo a permanecer.
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Eavan Boland – Brasas

“Brasas”, um poema de Eavan Boland em que o entrelaçamento entre mito e intimidade revela segredos do tempo, do desejo e da memória, ardendo entre o que é dito e o que deve permanecer em silêncio.
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Lee Stockdale – O armazém geral do meu falecido pai no meio do deserto

“O armazém geral do meu falecido pai no meio do deserto”, um poema de Lee Stockdale que evoca um espaço entre mundos, onde memórias, alucinação e realidade se misturam em meio ao calor poeirento do deserto, enquanto um filho tenta compreender a presença e o silêncio de um pai que já partiu.
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Charles Simic — Shelley

“Shelley”, um poema de Charles Simic em que a descoberta da poesia se entrelaça a uma noite chuvosa em Nova York, criando um cenário de estranheza e epifania, onde a voz do poeta romântico ecoa entre ruas desertas, figuras enigmáticas e vislumbres de um mundo à beira do delírio.
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Ben Rhys Palmer – Eden, o robô jardineiro

“Eden, o robô jardineiro”, um poema de Ben Rhys Palmer que explora a delicada fronteira entre programação e autonomia, revelando, através do olhar mecânico de um robô, a beleza inesperada da transformação e a melancolia da imperfeição na natureza.
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Andrew Marvell – To His Coy Mistress, em 5 traduções

PARA SUA DAMA RECATADAtrad. Matheus “Mavericco” Houvesse tempo e espaço e então de fatoNão seria um delito este recato.Sentados, nós iríamos pensarEm só pensar no outro, e assim passar.Você, do lado indígena do Ganges,Achando rubis, e eu, pois me confrangeA dor, junto ao Humber. Décadas antesDo Dilúvio eu te juro amor, e, instantesDepois, se quiser,…