Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Charles Bukowski – Como ser um grande escritor

você tem que trepar com um grande número de mulheres belas mulheres e escrever uns poucos e decentes poemas de amor. não se preocupe com a idade e/ou com os talentos frescos e recém-chegados; apenas beba mais cerveja mais e mais cerveja e vá às corridas pelo menos uma vez por semana e vença se…
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e e cummings – de “xaipe”

40 eu estou te pedindo querida é pra que mais poderia um não mas não é o que claro mas você não parece entender que eu não posso ser mais claro a guerra não é o que imaginamos mas por favor pelo amor de Oh que diabo sim é verdade que fui eu mas esse…
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Charles Bukowski – Para Jane Cooney Baker, morta em 22/01/1962

e então você se foime deixando aquinum quarto com uma cortina rasgadae o Idílio de Siegfried tocando no radinho vermelho. e então você se foi tão rápidoquanto quando você veio pra mim,e nós tínhamos dito adeus antes,e quando eu estava limpando seu rosto e lábiosvocê abriu os maiores olhos que eu já tinha vistoe disse…
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Sylvia Plath – Limite

A mulher está perfeita. Seu corpo Morto enverga o sorriso de completude, A ilusão de necessidade Grega voga pelos veios da sua toga, Seus pés Nus parecem dizer: Já caminhamos tanto, acabou. Cada criança morta, enrodilhada, cobra branca, Uma para cada pequena Tigela de leite vazia. Ela recolheu-as todas Em seu corpo, como pétalas Da…
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Mary Oliver – Como é conosco, e como é com eles

Nós nos tornamos religiosos,depois nos afastamos disso,depois precisamos de ajuda e talvez voltemos.Nos voltamos para ganhar dinheiro,depois nos voltamos para a vida moral,depois pensamos novamente em dinheiro.Conhecemos pessoas maravilhosas, mas as perdemosna nossa correria.Estamos, como se costuma dizer, atirando para todo lado.A constância, ao que parece,tem mais a ver com os cães do que conosco.Uma…
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Anne Sexton – A Terra Desmorona

Se eu pudesse culpar o clima por tudo, a neve como a mesa de dissecação, as árvores que se tornam agulhas de tricô, o chão, tão rijo como uma arinca congelada, o lago vestindo seu bigode de geada. Se eu pudesse culpar tais circunstâncias, se eu pudesse culpar os corações de estranhos descendo as ruas…
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Charles Bukowski – Agarre o Escuro

estou sentado aqui agora bêbado escutando as mesmas sinfonias que me deram a vontade de seguir em frente quando eu tinha 22 anos. 40 anos depois elas e eu já não somos mais tão mágicos. você deveria ter-me visto tão esbelto sem barriga eu era um pedaço de homem: flamejante, forte, insano. dissesse uma palavra…
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Charles Bukowski – Um poema de amor

“Um poema de amor”, um poema de Charles Bukowski que atravessa corpos e quartos para revelar, sob a crueza do desejo, a necessidade humana de afeto que sustenta e inquieta.
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Charles Bukowski – Os Gênios da Raça

não há nada a discutir não há nada a lembrar não há nada a esquecer é triste e não é triste parece que a coisa mais sensata que uma pessoa pode fazer é se sentar com uma bebida na mão enquanto as paredes acenam seus sorrisos de adeus alguns passam por tudo isso com uma…
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Charles Bukowski – Outra Cama

outra cama outra mulher mais cortinas outro banheiro outra cozinha outros olhos outro cabelo outros pés e dedos. todos à procura. a busca eterna. você fica na cama ela se veste para o trabalho e você se pergunta o que aconteceu à última e à outra antes dela… é tudo tão confortável — esse fazer…