Tag: Memento Mori
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Alex Dimitrov – Tempo

Leia “Tempo”, de Alex Dimitrov, um poema breve e intenso sobre envelhecimento, espera e a inevitável transformação da vida.
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Juan Vicente Piqueras – Visível e Invisível

“Visível e Invisível”, um poema de Juan Vicente Piqueras que explora a fragilidade das relações humanas e a dor da ausência, revelando como as memórias podem se dissolver na névoa do tempo, transformando amigos em sombras que vagam em nosso passado.
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Billy Collins – Memento Mori

“Memento Mori” de Billy Collins é uma meditação poética sobre a efemeridade da vida, onde o poeta encontra lembretes da mortalidade em cada esquina, exceto em um lugar inesperado.
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Lawrence Ferlinghetti – Allen Ginsberg morrendo

“Allen Ginsberg Morrendo”, um poema de Lawrence Ferlinghetti em que a iminência da morte de um grande poeta se entrelaça com a ressonância de sua voz e legado, revelando uma íntima conexão entre a vida, a arte e o inevitável fim.
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Bertrand Russell – de “No que acredito”

“Acredito que ao morrer apodrecerei e nada do meu eu sobreviverá. Não sou jovem e amo a vida. Mas desdenho tremer de terror à ideia do aniquilamento. A felicidade não se torna menos verdadeira por ter que chegar ao fim, e o pensamento e o amor não perdem o seu valor por não durarem para…
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Merrit Malloy – Epitáfio

“Epitáfio”, um poema de Merrit Malloy que explora com delicadeza a continuidade do amor após a morte, oferecendo uma visão tocante sobre a doação de si mesmo e o legado que vai além das palavras.
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Juan Vicente Piqueras – Ristorante dal 1882–

“Ristorante dal 1882-“, um poema de Juan Vicente Piqueras que evoca a nostalgia de encontros passados, entrelaçando risos e memórias, enquanto reflete sobre a fragilidade do tempo e a inevitabilidade de despedidas.
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Adam Zagajewski – Uma chama

“Uma chama”, um poema de Adam Zagajewski que condensa em poucos versos uma prece pela dignidade humana diante da passagem do tempo.
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Jorge Valdés Díaz-Vélez – S.T.T.R. Sit Tibi Terra Levis

“S.T.T.L. Sit Tibi Terra Levis”, um poema de Jorge Valdés Díaz-Vélez que reflete sobre a memória e a ausência, evocando, com delicadeza, a figura de um ente querido que, embora ausente, permanece presente nos ecos da vida e nas lembranças do narrador, em um diálogo íntimo com a morte e o tempo.
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Hugo Mujica – Há escassos dias

“Há escassos dias”, um poema de Hugo Mujica que explora a delicada relação entre a perda, a memória e a consciência da própria mortalidade, revelando, de maneira sutil, a profundidade do luto e a fragilidade da existência humana.