Tag: Família
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Anna Swir – Eu lavo a camisa

“Eu lavo a camisa”, um poema de Anna Swir sobre o último adeus através de um ato simples, mas carregado de significado e emoção.
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José Miguel Silva – Tudo coisas mortais para a poesia

A casa, o lume, o sono dobradodo corpo feliz, a cesta de figos,a curva do rio, a fotografiano cimo do monte, a veracidadedas glicínias, o rosto da mãe,a fava no bolo, o trunfo de copas,o filme da tarde, a música nova,o rasto da chuva por entre os pinheiros,as aves que voltam, os dias que passamperto…
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BIlly Collins – Sem tempo

“Sem tempo”, um poema de Billy Collins sobre o poder das relações familiares que transcendem a morte.
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Dorianne Laux – Antilamentação

“Antilamentação”, um poema de Dorianne Laux: não se arrependa de nada.
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James Wright – Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960

“Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960”, um poema de James Wright em que o eu lírico, atravessando paisagens desoladas e congeladas, reflete sobre perda, solidão e as cicatrizes de um país marcado por memórias enterradas e vazios irreparáveis.
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Mary Oliver – Gansos selvagens

“Gansos Selvagens”, um poema de Mary Oliver que convida o leitor a aceitar sua própria natureza e a encontrar conforto e pertencimento no mundo natural, sem a necessidade de perfeição ou arrependimento excessivo.
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William Stafford – Uma cópia de arquivo

“Uma cópia de arquivo”, um poema de William Stafford sobre o instante em que nossa essência é capturada sem filtros, revelando traços profundos e indeléveis da identidade e das influências que nos moldam.
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Lisel Mueller – Quando me perguntam

“Quando me perguntam”, um poema de Lisel Mueller sobre a indiferença da natureza diante da dor pessoal e a busca por consolo na linguagem após a perda de uma figura amada.
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Linda Pastan – O dia mais feliz

“O dia mais feliz” de Linda Pastan revela a sutil beleza dos dias comuns, que muitas vezes passam despercebidos em meio à rotina cotidiana, convidando o leitor a refletir sobre a efemeridade da felicidade.
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Hugo Mujica – Há escassos dias

“Há escassos dias”, um poema de Hugo Mujica que explora a delicada relação entre a perda, a memória e a consciência da própria mortalidade, revelando, de maneira sutil, a profundidade do luto e a fragilidade da existência humana.