Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Tony Connor – Na Alameda dos Carvalhos

“Na Alameda dos Carvalhos”, um poema de Tony Connor sobre a solidão implacável da velhice, onde o passado e o presente se entrelaçam em noites silenciosas, permeadas por lembranças de dor, perda e um mundo que segue indiferente.
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Mary Ruefle – Meu amigo moribundo

“Meu Amigo Moribundo”, um poema de Mary Ruefle sobre a delicada fronteira entre início e fim, identidade e anonimato, revelando uma perspectiva melancólica e inesperada sobre o ciclo da vida.
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Francis Ledwidge – A um pardal

“A um pardal”, um poema de Francis Ledwidge em que o autor encontra beleza e dignidade na simplicidade despretensiosa de uma das aves mais comuns de nossas cidades.
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William Shakespeare – do Macbeth (excerto)

Amanhãamanhã amanhã amanhãRasteja em passo parco dia a diaAté a última sílaba do Tempo.E os ontens, todos, só nos alumiamO fim no pó. Apaga, apaga, velaBreve!A vida é só uma sombra movel. Pobre atorQue freme e treme o seu papel no palcoE logo sai de cena. Um conto tontoDito por um idiota – som e fúria,…
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Edward Thomas – Foi-se embora, uma vez mais

“Foi-se embora, uma vez mais”, um poema de Edward Thomas que reflete sobre a inexorável passagem do tempo e memórias de juventude, tendo como pano de fundo uma antiga casa abandonada que, como o próprio narrador, carrega as marcas silenciosas de dias que não voltam mais.
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Grey Gowrie – Terceiro Dia

“Terceiro Dia”, um poema de Grey Gowrie em que a identidade se dissolve entre tubos e pranchetas, enquanto o tempo suspenso aguarda — não a morte, mas um limiar entre existência e renascimento, onde até o ar é uma promessa roubada.
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Gwendolyn MacEwen – A Descoberta

“A Descoberta”, um poema de Gwendolyn MacEwen que desafia a ilusão do conhecimento total, sugerindo que, mesmo diante do que parece revelado, há sempre camadas ocultas à espera de um novo olhar.
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Joyce Sutphen – Meu pai, morrendo

“Meu pai, morrendo”, um poema de Joyce Sutphen que transforma o fim da vida em uma paisagem distante, onde o familiar se torna inalcançável e o tempo se alonga em silêncio.
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Eavan Boland – Anna Liffey

“Anna Liffey”, um poema de Eavan Boland sobre memória, identidade e pertencimento, que entrelaça a fluidez do rio com as transformações do corpo e da linguagem, revelando a busca por um lar em meio à impermanência.
