Categoria: Poesia em Língua Inglesa
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Algernon Charles Swinburne – O Jardim de Proserpina

Leia “O Jardim de Proserpina”, de Algernon Charles Swinburne, um clássico da poesia vitoriana sobre morte, esquecimento e o anseio pelo repouso eterno.
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T. S. Eliot – Quatro Quartetos (Excertos): East Coker

Em meu princípio está meu fim. Uma após outrasAs casas se levantam e tombam, desmoronam, são ampliadas,Removidas, destruídas, restauradas, ou em seu lugarSurgem um campo aberto, uma usina ou um atalho.Velhas pedras para novas construções, velhas lenhas para novas chamas,Velhas chamas em cinzas convertidas, e cinzas sobre a terra semeada,Terra agora feita carne, pele e…
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T. S. Eliot – Quatro Quartetos (Excertos): Burnt Norton

I O tempo presente e o tempo passadoEstão ambos talvez presentes no tempo futuroE o tempo futuro contido no tempo passado.Se todo tempo é eternamente presenteTodo tempo é irredimível.O que poderia ter sido é uma abstraçãoQue permanece,…
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Ernest Dowson – Vitae Summa Brevis Spem Nos Vetat Incohare Longan

Vitae Summa Brevis Spem nos Vetat Incohare Longam (A Brevidade da Vida Impede que Possamos Acalentar Longas Esperanças) – Horácio A alegria, o desejo, o pranto, o amor E a raiva duram pouco. Nada disso, que eu saiba, há de transpor O umbral conosco. Poucos dias de rosas e de vinho: Surge num vago sonho…
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John Donne – Em despedida: proibindo o pranto

Como esses santos homens que se apagam Sussurrando aos espíritos: “Que vão…”, Enquanto alguns dos amigos amargos Dizem: “Ainda respira.” E outros: “Não.” — Nos dissolvamos sem fazer ruído. Sem tempestades de ais, sem rios de pranto, Fora profanação nossa ao ouvido Dos leigos descerrar todo este encanto. O terremoto traz terror e morte E…
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Philip Larkin – Este Seja o Poema

Teu pai e mãe fodem contigo. Que não o queiram, tanto faz. Passam-te cada podre antigo, além de uns novos, especiais. Mas de cartola e fraque, outrora, fodera-os já do mesmo modo, gente ora austero-piegas, ora se engalfinhando cega de ódio. Miséria é o que legamos: fossas num mar que só fica mais fundo. Dá…
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William Butler Yeats – Quando Velha e Grisalha…

Quando velha e grisalha e exausta, ao fim do dia, tu cabeceares junto ao fogo, vem folhear lentamente este livro, e lembra o doce olhar e as sombras densas que nos olhos teus havia. Quantos, com falsidade ou devoção sincera, amaram-te a beleza e graça de menina! Um só, porém, amou tua alma peregrina, e…
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John Donne – Elegia: indo para o leito

Vem, Dama, vem, que eu desafio a paz; Até que eu lute, em luta o corpo jaz. Como o inimigo diante do inimigo, Canso-me de esperar se nunca brigo. Solta esse cinto sideral que vela, Céu cintilante, uma área ainda mais bela. Desata esse corpete constelado, Feito para deter o olhar ousado. Entrega-te ao torpor…
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Percy Bysshe Shelley – Ozymandias

Disse o viajante de uma antiga terra: “Duas pernas de pedra, no deserto, Despontam gigantescas, e bem perto Há um rosto destroçado que descerra Os lábios num sorriso de comando Que atesta: o escultor leu com mestria Paixões que na matéria inerte e fria A mão que as entalhou vão perdurando. ‘Meu nome é Ozymândias,…