Categoria: Poema
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Rainer Maria Rilke – A Morte da Amada

Da morte ele sabia quase nada:que nos toma e nos cala de repente.Como a amada não fora arrebatada,antes se desprendera docementedo seu olhar para a morada escura,e como percebeu que à outra vidacomo uma lua plena a formosurada visitante fora concedida,dos mortos se tornou tão familiarque os viu como parentes através dela;deixou os outros a…
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José Infante – Remorsos ao iniciar um novo ano

“Remorsos ao iniciar um novo ano”, um poema de José Infante sobre o peso do passado, a busca por redenção e a solidão no início de um novo ano.
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Alex Dimitrov – Tempo

Leia “Tempo”, de Alex Dimitrov, um poema breve e intenso sobre envelhecimento, espera e a inevitável transformação da vida.
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Retrospectiva 2024 – Nostalgia, Números e Novos Horizontes

A retrospectiva de 2024 reflete sobre memórias nostálgicas, o cansaço do presente e a persistência do blog, que, apesar dos desafios, continua a crescer com números animadores. Entre balanços pessoais e estatísticas, destaca-se a promessa de novas traduções, poemas inéditos e a continuidade do diálogo poético em 2025.
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Dorianne Laux – Antilamentação

“Antilamentação”, um poema de Dorianne Laux: não se arrependa de nada.
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Linda Gregg – Elegância

“Elegância”, um poema de Linda Gregg em que a beleza inesperada emerge do abandono e da simplicidade, revelando a harmonia secreta entre o tempo, a natureza e o silêncio.
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Ellen Bass – Indo para a cama em uma noite de dezembro

“Indo para a cama em uma noite de dezembro”, um poema de Ellen Bass em que a intimidade de um gesto cotidiano revela a profundidade do amor e a eternidade dos vínculos, como páginas de uma memória que o tempo não apaga.
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Chris Green – Feiras de árvores de natal

*”Lotes de árvores de Natal”*, um poema de Chris Green sobre o paradoxo entre a celebração e o sacrifício, revelando uma crítica pungente à desconexão humana com a natureza.
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James Wright – Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960

“Tendo perdido meus filhos, eu encaro os destroços da lua: Natal, 1960”, um poema de James Wright em que o eu lírico, atravessando paisagens desoladas e congeladas, reflete sobre perda, solidão e as cicatrizes de um país marcado por memórias enterradas e vazios irreparáveis.
