Categoria: Poema
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Sharon Olds – Uma semana depois

“Uma semana depois,” um poema de Sharon Olds em que uma voz poética revisita lembranças delicadas e fragmentadas, revelando camadas de aceitação e perda, enquanto reflete sobre a complexidade de amores e despedidas.
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Billy Collins – Memento Mori

“Memento Mori” de Billy Collins é uma meditação poética sobre a efemeridade da vida, onde o poeta encontra lembretes da mortalidade em cada esquina, exceto em um lugar inesperado.
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William Stafford – Uma cópia de arquivo

“Uma cópia de arquivo”, um poema de William Stafford sobre o instante em que nossa essência é capturada sem filtros, revelando traços profundos e indeléveis da identidade e das influências que nos moldam.
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José Infante – Corpo estranho

“Corpo Estranho”, de José Infante: o texto explora a experiência do envelhecimento, expressando estranheza em relação às mudanças físicas e à desconexão com o eu interior.
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Nicanor Parra – Último brinde

“Último Brinde”, um poema de Nicanor Parra que reflete sobre as opções limitadas da vida, explorando a transitoriedade do tempo e a inevitabilidade da morte, convida o leitor a um brinde melancólico ao que nunca chega.
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Adam Zagajewski – Cidade submersa

“A cidade submersa”, de Adam Zagajewski: vidas calmas e humildes persistem enquanto buscamos obstinadamente algo inalcançável.
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Lisel Mueller – Quando me perguntam

“Quando me perguntam”, um poema de Lisel Mueller sobre a indiferença da natureza diante da dor pessoal e a busca por consolo na linguagem após a perda de uma figura amada.
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Adam Zagajewski – Improviso

Em “Improviso”, Adam Zagajewski nos convida a refletir sobre a complexa beleza da existência humana, com suas nuances de alegria e tristeza, esperança e desilusão. Através de imagens vívidas e linguagem acessível, o poeta nos guia por uma jornada que celebra a arte, a memória e a busca incessante por significado em meio à impermanência…
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Lawrence Ferlinghetti – Allen Ginsberg morrendo

“Allen Ginsberg Morrendo”, um poema de Lawrence Ferlinghetti em que a iminência da morte de um grande poeta se entrelaça com a ressonância de sua voz e legado, revelando uma íntima conexão entre a vida, a arte e o inevitável fim.
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Sharon Olds – Sexo sem amor

Como conseguem fazer isso, os que fazem amorsem amor? Belos como bailarinos,deslizando um sobre o outro como patinadoresno gelo, dedos enganchadosnos corpos um do outro, rostosvermelhos como carne, vinho, molhados como ascrianças recém-nascidas que serão entregues pelasmães. Como eles conseguem chegar achegar a chegar a Deus chegar àságuas calmas e não amaraquele que chegou até…