Categoria: Nelson Santander – Traduções
-
Marie Howe – Separação

“Separação”, um poema de Marie Howe em que o encontro fortuito com um passado íntimo num espaço público revela a estranha geometria do que resta após o amor – corpos que antes se conheciam e agora habitam universos paralelos.
-
Dorianne Laux – Ray aos 14

“Ray aos 14”, um poema de Dorianne Laux sobre a memória nostálgica e delicada de um vínculo entre irmãos, onde a presença do passado ecoa no presente, trazendo à tona o poder de pequenas lembranças que resistem ao tempo.
-
Julia Hartwig – Tateando o caminho

“Tateando o caminho”, de Julia Hartwig: uma meditação sobre a beleza daquilo que não foi finalizado, que permanece em aberto e não totalmente revelado.
-
Robert Bly – O velho cego

“O velho cego”, um poema de Robert Bly em que questionamentos sobre a vida, a natureza e a inevitabilidade da morte se entrelaçam em uma reflexão melancólica e poética, revelando a fragilidade da compreensão humana diante dos mistérios do existir.
-
Kathleen Spivack – ele jaz imóvel na cama

“ele jaz imóvel na cama”, um poema de Kathleen Spivack que explora a fragilidade do desejo humano e a solidão que permeia as relações quando o amor se torna um eco distante.
-
Helen Dunmore – O caule da minha vida foi cortado

“O caule da minha vida foi cortado”, de Helen Dunmore: uma delicada e poderosa reflexão sobre a vida e a morte, narrada a partir de uma perspectiva que associa a vida humana à de uma flor. Um poema sobre aproveitar a beleza no agora, sobre a aceitação da morte como parte natural da vida, e…
-
Miller Williams – Poema de amor com torrada

“Poema de amor com torrada”, um poema de Miller Williams que reflete sobre os gestos cotidianos e os desejos humanos — entre o querer que algo aconteça e o tentar evitar perdas — culminando na imagem de um casal que, diante da finitude, partilha o café da manhã como um ato silencioso de amor e…
-
Sam Illingworth – Quando desapareceram os manguezais

“Quando desapareceram os manguezais”, de Sam Illingworth: um lamento poético pela perda de um ecossistema ancestral, onde memórias de uma paisagem exuberante ressurgem apenas para revelar os traços de um mundo agora sufocado e em silêncio.

