Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Wendell Berry – A Meta

“A Meta”, um poema de Wendell Berry que explora, com simplicidade e profundidade, a busca por uma quietude interior em meio à pressa e ao ruído da vida cotidiana.
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Alex Dimitrov – Solstício de inverno

“Solstício de Inverno”, de Alex Dimitrov, uma meditação sombria e ao mesmo tempo melancólica sobre a experiência da solidão, do amor e da efemeridade da vida.
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Sarah Lindsay – Origem

“Origem”, um poema de Sarah Lindsay sobre as delicadas interações da vida primordial e a tranquilidade de uma existência antes dos conflitos e das complicações, onde a beleza da simplicidade se encontra nas raízes da nossa própria história.
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Ron Koertge – Espaço vazio

“Espaço Vazio”, um poema em prosa de Ron Koertge que explora a íntima conexão entre pai e filho através de um ritual cotidiano, revelando, em sua simplicidade, a profundidade da perda e a saudade que fica nas entrelinhas.
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Eavan Boland – A douradora

“A douradora,” um poema de Eavan Boland em que o ofício de transformar metais preciosos torna-se uma metáfora para a criação poética, revelando as delicadas e perigosas alquimias da memória e do desejo.
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Seamus Heaney – Posfácio

“Posfácio”, um poema de Seamus Heaney sobre a busca pela conexão com a natureza e os momentos fugazes que revelam a beleza do desconhecido, enquanto um simples passeio se transforma em uma experiência transformadora.
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Kenneth Rexroth – Ar e Anjos: Apenas Esta Noite

*”Ar e Anjos: Apenas Esta Noite”*, um poema de Kenneth Rexroth sobre o poder intemporal de um momento de amor que desafia o próprio conceito de tempo, condensando passado e futuro em um presente eterno e imortal.
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Stephen Dunn – Depois de fazer amor

“Depois de Fazer Amor”, um poema de Stephen Dunn que explora as complexas emoções que emergem após um momento de intimidade, revelando a tensão entre o desejo de conexão e os fantasmas do passado que nos assombram.
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Lisel Mueller – Monet recusa a cirurgia

*”Monet Recusa a Cirurgia”*, um poema de Lisel Mueller sobre a luta entre a clareza objetiva e a visão artística, onde a passagem do tempo transforma o mundo em um espaço de fusões e conexões invisíveis, reveladas apenas ao olhar de quem aprendeu a ver além da superfície.
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Sharon Olds – Quando dizem que você tem talvez três meses de vida

“Quando dizem que você tem talvez três meses de vida”, um poema de Sharon Olds que explora a complexidade do amor e da perda, enquanto reflete sobre a fragilidade da vida e a profundidade das conexões humanas em meio à inevitabilidade da morte.