Categoria: Nelson Santander – Traduções
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Mark Strand – Certa manhã

“Certa Manhã”, um poema de Mark Strand que captura um momento de profunda introspecção enquanto o narrador, à deriva em um barco, experimenta uma revelação silenciosa sobre a solidão e o que se esconde sob a superfície da existência.
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Louise Glück – Eros

“Eros,” um poema de Louise Glück que explora a delicada interseção entre amor e desapego, revelando um estado de plenitude emocional em meio à solidão e à contemplação.
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William Stafford – No monumento não-nacional ao longo da fronteira canadense

“No monumento não-nacional ao longo da fronteira canadense”, um poema de William Stafford
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John Murillo – Dolores, talvez

“Dolores, Talvez”, um poema de John Murillo que explora as sombras da memória em um verão californiano de 1983, onde lembranças difusas se cristalizam em um talismã feito de ossos e remorsos – uma história sobre o que permanece quando tudo o mais se desfaz ao vento.
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Toi Derricotte – Não Esquecido

“Não Esquecido”, um poema de Toi Derricotte em que a delicada relação entre memória e esquecimento é explorada através de um contraste entre a natureza e o luto humano, revelando o temor da efemeridade e o desejo de preservar o que o tempo insiste em apagar.
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Jeannie Prinsen – Ao encontrar uma pedra para colocar no caixão do pai

“Ao encontrar uma pedra para colocar no caixão de seu pai”, de Jeannie Prinsen: uma meditação comovente sobre a morte, a memória e os pequenos gestos de despedida.
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Edna St. Vincent Millay – dois poemas de “A few Figs from Thistles”

Dois poemas de “A few Figs from Thistles”, de Edna St. Vincent Millay


