Tag: Carpe Diem
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William Stafford – Sim

“Sim”, um poema de William Stafford sobre a imprevisibilidade da vida e os pequenos presentes que ela oferece, mesmo sem garantias.
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Sean Thomas Dougherty – O Segundo O do Sofrimento

“O Segundo O do Sofrimento”, um poema de Sean Thomas Dougherty sobre memória, perda e a persistência de seguir em frente, enquanto ecos do passado ressoam na paisagem e na alma.
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Ernest Dowson – Vitae Summa Brevis Spem Nos Vetat Incohare Longan

Vitae Summa Brevis Spem nos Vetat Incohare Longam A brevidade da vida impede que possamos acalentar longas esperanças – Horácio A alegria, o desejo, o pranto, o amorE a raiva duram pouco.Nada disso, que eu saiba, há de transporO umbral conosco. Poucos dias de rosas e de vinho:Surge num vago sonhoE logo se desfaz nosso…
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Peter Davidson – Castelos de Setembro

“Castelos de Setembro”, um poema de Peter Davidson em que a chegada do outono evoca reflexões sobre a transitoriedade, a solidão e a memória, entrelaçando paisagens íntimas e culturais em um diálogo com o tempo e a poesia.
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Mário Quintana – Pequeno Poema Didático

O tempo é indivisível. Dize,Qual o sentido do calendário?Tombam as folhas e fica a árvore,Contra o vento incerto e vário. A vida é indivisível. MesmoA que se julga mais dispersaE pertence a um eterno diálogoA mais inconseqüente conversa. Todos os poemas são um mesmo poema,Todos os porres são o mesmo porre,Não é de uma vez…
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Adam Zagajewski – O velho pintor em uma caminhada

“O Velho Pintor em uma Caminhada”, um poema de Adam Zagajewski que reflete sobre as limitações da arte e da percepção diante da vastidão e do mistério do mundo em constante transformação.
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Seamus Heaney – Uma ligação

“Uma Ligação”, um poema de Seamus Heaney sobre os pequenos gestos cotidianos que, inesperadamente, revelam a profundidade das conexões humanas e a inevitabilidade do tempo.
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Seamus Heaney – Recesso escolar

“Recesso Escolar”, um poema de Seamus Heaney que captura com delicadeza e intensidade o impacto de um evento devastador na vida de um jovem, explorando o luto familiar através de uma narrativa íntima e comovente.
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Thiago de Mello – O Morto

Qual a verdade que o mortoconheceu, além dos muros,e lhe fez cerrar os lábiosestrangulando a palavraporventura essencial?Enfim livre da cegueira,que paisagem contemploupara que o rosto lhe turvetão rude ruga de mágoa?Soube talvez que melhorfora mostrar-se de todo:desvelar inteira a face,seus amores e seus ódios,e não (de medo) exilar-seno recôncavo do sonho,onde fundava universosem que só…
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Jules Supervielle – A ponta da chama

“A Ponta da Chama,” um poema de Jules Supervielle em que a busca pela prova da própria existência se desenha no gesto de tocar a luz, enquanto a morte traz um silêncio que resguarda esse mistério.